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Doutores sem Fronteiras confirma vinda do projeto neste ano em Rondônia

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A Associação Doutores sem Fronteiras confirmou a vinda do projeto para Rondônia em 2017. Os atendimentos serão realizados entre os dias 29 de junho a 25 de julho, em duas etapas: terras indígenas Sete de Setembro, Aldeia de Lapetanha, Tribo Paiter-Suruí e Uru-Eu-Wau-Wau; e região do Baixo Madeira – distrito de Nazaré e Reserva Extrativista do Lago do Cuniã, em Porto Velho. A previsão é que cerca de 2 mil procedimentos sejam realizados.

O fundador da associação, cirurgião-dentista Caio Machado, afirma que a cada ano o Doutores sem Fronteiras vem crescendo com a filosofia de ajudar pessoas e chamar a atenção do Poder Público. “Eu acredito que nós profissionais da saúde temos, não só o dever, mas a obrigação de ajudar as pessoas que não tem acesso. Por isso, criamos o projeto que cresceu e hoje se tornou uma associação, que visa ajudar a fazer um mundo melhor”, pontua.

Cerca de 50 ativistas e intercambistas devem atuar em Rondônia neste ano. O projeto contará com três consultórios portáteis e materiais de última geração para realizar os atendimentos. A equipe atuará com serviços odontológicos, tais como tratamentos preventivos e curativos, tratamento de canal seção única, restaurações, implantes dentários, cirurgias, confecção de próteses totais e parciais.

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Caio explica que em 2017 os atendimentos serão feitos em duas fases. “A primeira etapa terá novidades, pois iremos às terras indígenas Sete de Setembro; Aldeia de Lapetanha; Tribo Paiter-Suruí; e Terra Indígena de Uru-Eu-Wau-Wau, onde, pela primeira vez, haverá uma intervenção deste tipo e magnitude. Na segunda etapa vamos fazer como no ano passado, quando fomos ao Baixo Madeira”, comenta.

Em 2016, ao todo, o Doutores sem Fronteira realizou 681 procedimentos em duas comunidades – distrito de Nazaré e Reserva Extrativista do Lago do Cuniã.

 

Doutores sem Fronteira

A Associação Doutores sem Fronteiras é uma entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo fomentar a retribuição das conquistas profissionais, por meio da colaboração, utilizando o conhecimento técnico de seus associados com o intuito de erradicar a falta de acesso de determinadas populações às premissas básicas de saúde, educação e bem estar, sem interferir na cultura, religião e características sociais das localidades atendidas.

Para colaborar ou se tornar um associado, basta acessar o site da associação e colaborar com projeto, para informações o e-mail: [email protected]. Clique aqui e acesse o site.

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Rondônia

Bombeiros de Rondônia são os mais ágeis do país em licenciamento para edificações, segundo Banco Mundial

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 Bombeiros de Rondônia  libera alvará em 13 dias, três vezes mais rápido que a média nacional

O Corpo de Bombeiros de Rondônia (CBM) é o mais rápido do país a emitir alvarás de construção, segundo estudo do Banco Mundial. Em apenas 13 dias, o órgão libera uma licença. O prazo é três vezes menor que a média nacional e é possível por conta da criação de um sistema que permite que todo o projeto seja digital, sem necessidade de impressão. Análises de prédios com 500 metros quadrados ( m²), 600 m² por exemplo, saem em questão de minutos.

Conforme o coordenador da Diretoria de Atividades Técnicas (DAT) do CBM, Iranildo Dias de Andrade, , no ranking dos Corpos de Bombeiros Militares do país, o CBM de Rondônia faz jus ao reconhecimento por ter criado o sistema ágil, eficaz e único. “Nem São Paulo ou Rio de Janeiro têm isso, e já somos referência para outros estados brasileiros”, afirmou o coordenador, ao mesmo tempo em que destacou que “licenciamentos mais ágeis contribuem significativamente com a economia estadual”.

O estudo foi divulgado durante o evento Subnational Doing Business, promovido em 29 de julho pelo Banco Mundial, Serviço Brasileiro de Apoio à Pequena e Média Empresa (Sebare) e Programa Moderniza Brasil, e considerou o período entre o pedido e o início da obra, apontando o CBM de Rondônia como o mais eficiente do País. 

“Não é por acaso esse resultado, isso resulta do sistema próprio de informática, que facilita ao analista desde a entrada do projeto até o habite-se e à ocupação da edificação”, explicou.

Segundo o coordenador da DAT, a agilidade e eficiência na emissão dos licenciamentos dão credibilidade ao Estado de Rondônia. “Aqui é viável empreender, porque a burocracia é menor, enquanto o prazo de investimentos é muito mais curto para começar a gerar lucro ao investidor”.

O CBM aplica o Código de Segurança e Proteção Contra Incêndio moderno, conciliando a parte da legislação com a digitalização. Agora, corrige-se apenas o ponto que suscita dúvida, sem a necessidade de gastar com a impressão de todo o processo, o que anteriormente ocorria.

PROCESSOS EM 2020

No ano passado, a análise de Projeto de Proteção Contra Incêndio e Pânico (PPCIPS) resultou em 1.866 processos físicos; 208 digitais, totalizando 2.074. Neste ano, os físicos somam 416 até o momento, e os digitais, 1.177, totalizando 1.593.

Durante  Subnational Doing Business, foram comparados o ambiente de negócios para empresas nacionais das 27 unidades federativas brasileiras com o de outras 190 economias. Participaram representantes do Ministério da Economia, prefeituras municipais, conselhos de engenharia e arquitetura e entidades reguladoras federais.

Outra vitória decorrente do programa de digitalização é o ajuste pela Junta Comercial de Rondônia (Jucer) para ser utilizado na abertura e encerramento de empresas, uma vez que esse procedimento se adequou à necessidade da Jucer.

Igualmente, a Secretaria de Estado de Finanças (Sefin) está utilizando-o e irá testá-lo em outubro deste ano, para emissão e cruzamento de dados de empresas no seu sistema.

Fonte: Governo RO

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