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Escolas do Vale do Jamari recebem melhorias físicas e investimentos pedagógicos

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Dezenove novos computadores de última geração foram entregues à Escola Estadual Frei Henrique Coimbra

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), tem trabalhado para garantir melhorias na Rede Estadual de Ensino, mesmo diante do atual cenário pandêmico, como as escolas do Vale do Jamari, que foram beneficiadas com investimentos estruturais e pedagógicos.

A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Ricardo Cantanhede, que atende 1.085 alunos, em Ariquemes, recebeu materiais pedagógicos e um laboratório móvel, que possui material de apoio voltado para química, física e biologia. O laboratório de informática foi renovado e dezenove novos computadores de última geração foram entregues à escola. A ação faz parte do trabalho do governo estadual de renovar os Laboratórios de Informática Educacional (Lies) das escolas estaduais. Dezoito antenas parabólicas e dois projetores também foram entregues para atender a Mediação Tecnológica oferecida pela unidade.

Com um plano de retorno que envolve melhorias nas estruturas físicas, a instituição educacional também recebeu por meio do programa de Apoio Financeiro (Proafi) adicional, cerca de R$ 329 mil (trezentos e vinte e nove mil reais), que foram destinados para a construção de auditório, reforma do telhado e ampliação do depósito de alimentos. Foram entregues também 38 novas centrais de ar condicionado e equipamentos de cozinha.

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O diretor da instituição, Weslei Goldoni, evidenciou os esforços do Governo na melhoria da unidade escolar, que acontecem desde o ano 2019. “Nossa escola tem recebido grandes melhorias e a comunidade escolar recebeu Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para prevenção do novo coronavírus, totalizando cinco mil litros de água sanitária, máscaras, dispenser para álcool em gel, dois mil litros de sabonete líquido, que são provenientes do Proafi-Covid”.

A Escola Estadual Frei Henrique Coimbra, também localizada no município de Ariquemes, que atende 499 estudantes, também recebeu EPIs. Além disso, recebeu 11 novas centrais de ar condicionado, seis ventiladores, equipamentos diversos para a cozinha e armário de aço para as áreas administrativas.

Equipamentos pedagógicos entregues à Escola Estadual Frei Henrique Coimbra

A escola também recebeu 19 computadores de última geração, uma tela de projeção, um receptor decodificador e uma antena parabólica. Para complementar a qualidade da oferta da educação, equipamentos pedagógicos também foram entregues como um laboratório móvel, acompanhado de um planetário e equipamentos de estudos para laboratório, além de 140 livros da coleção “Diálogos”, 125 livros da coleção “Microkids” para atender os alunos de 8º e 9º ano do Ensino Fundamental, 11 livros da coleção Ensino de Jovens e Adultos (EJA), Ensino Médio e 56 kits “Revisa Enem”, para preparar os estudantes para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

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A diretora, Márcia Alves Muniz, destacou que os investimentos são de suma importância e agradeceu a dedicação para a realização dessas melhorias. “Mesmo com as aulas presenciais suspensas, devemos estar preparados e equipados, para servir de apoio aos professores, além de ser primordial que a escola já esteja preparada para quando houver um retorno presencial.”

Fonte: Governo RO

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Datas comemorativas reforçam o combate à xenofobia; Seas cita Central como avanço em Rondônia

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Mais de 900 pessoas já foram atendidas na Central de Migrantes instalada pela Seas no Tudo Aqui, em 2020

Os migrantes têm no mês de junho importantes comemorações. As homenagens começam com o Dia Nacional do Migrante, 19; Dia Mundial do Refugiado, 20; encerrando com o Dia Mundial do Migrante, 25. Essas datas são consideradas como necessárias em virtude do grande número de migração em níveis nacional e global. O principal objetivo é a sensibilização da sociedade para a erradicação de preconceitos e aversões, ou seja, a mitigação da xenofobia, principalmente em relação aos imigrantes que passam a residir no Brasil.

Estas datas servem para explicitar a importância da proteção e inclusão social dessas pessoas que migram e passam a residir em outros países.

Seas trabalha para atender migrantes que se enquadram nas características de refúgio

No caso do Brasil, cabe receber essas pessoas com hospitalidade ao invés de hostilidade; e proporcionar um convívio social sem conflitos ou fomentação de estigmas sociais, independente de se tratar de um imigrante voluntário, forçado ou refugiado.

Em nível estadual, na Central de Informação ao Migrante e Refugiado, localizada no Tudo Aqui, em Porto Velho, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), prestou assistência a mais de 900 imigrantes oriundos de diversas nacionalidades, a maioria da América Latina, com casos esporádicos dos continentes europeu, asiático e africano, vindos de países, como Portugal, Rússia, China e Senegal.

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Atualmente, a Central conta com intérpretes de inglês, espanhol e crioulo haitiano para atender à população migrante que busca amparo governamental. Entre os serviços prestados, estão orientações e encaminhamentos sobre requerimento de CPF, solicitação e renovação da Carteira Nacional de Registro Migratório (CNRM), autorização de residência, entre outras informações.

A Seas ressalta a responsabilidade que estas datas evidenciam para a inserção de novos indivíduos em países distintos com novas culturas, climas, línguas, entre outros fatores.

REFUGIADO

De acordo com a Convenção Relativa ao Estatuto do Refugiado de 1951, é considerada refugiada a pessoa que “receando com razão ser perseguida em virtude da sua raça, religião, nacionalidade, filiação em certo grupo social ou das suas opiniões políticas, se encontre fora do País de que tem a nacionalidade e não possa ou, em virtude daquele receio, não queira pedir a proteção daquele País”.

Entre as populações deslocadas, estão não só refugiados, mas também deslocados internos (ou IDPs, na sigla em inglês), pessoas que fogem dentro de seu País. A Lei de Refúgio brasileira (Lei nº 9.474/1997) é considerada uma das mais avançadas do mundo. O reconhecimento da comunidade internacional se estende às ações de ajuda humanitária e integração socioeconômica de refugiados e imigrantes, como o trabalho que está sendo realizado desde que teve início o fluxo migratório venezuelano.

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O Brasil acolhe hoje cerca de 43 mil refugiados reconhecidos e 193 mil solicitantes de refúgio. Integram esse grupo pessoas de 94 nacionalidades diferentes, como a Síria, República Democrática do Congo, Colômbia e Cuba.

Conforme o relatório “Tendências Globais – Deslocamento Forçado em 2019” do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), atualmente existem mais de 26 milhões de refugiados no mundo. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mais de 40 mil pessoas são reconhecidas como refugiadas. Apenas no ano de 2019, foram deferidas 21.304 solicitações de refúgio, sendo a maioria proveniente da Venezuela.

Em Rondônia, a Seas trabalha visando atender aos migrantes que se enquadram nessa característica de refúgio, realizando o auxílio necessário por intermédio da Central de Informação aos Migrantes e Refugiados, que desde sua instalação, em setembro de 2020, já gerou 149 protocolos de renovação de refúgio e 181 solicitações de refúgio computando 927 atendimentos variados a pessoas migrantes, refugiadas ou não.

Além das orientações e auxílios, neste ano de 2021 a Central ainda forneceu máscaras de tecido e sabonetes para proteção e higienização para migrantes e refugiados, por meio das instituições que atuam no atendimento dessa população.

Fonte: Governo RO

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