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Nova lei de piscicultura é tema de palestra no estande da Sedam na 9ª Rondônia Rural Show

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A nova lei tem o papel de implementar a política estadual de piscicultura

A produção e manejo da piscicultura em pequenas propriedades rurais foi debatida durante a 9ª Rondônia Rural Show. A palestra aconteceu  no estande da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambienta – Sedam. O encontro contou com a participação de empreendedores, técnicos, produtores rurais acadêmicos e estudantes que buscam orientações e esclarecimentos de dúvidas sobre a nova lei.

A palestra do gerente de pesca da Sedam, João Batista, fez parte da programação e dentre as questões debatidas estão, os conceitos de piscicultura, as espécies adequadas à nossa região; a construção de tanques, entre outras.

A nova lei tem um papel de implementar a Política Estadual de Piscicultura no Estado, visando estruturar a atividade econômica como fonte sustentável de trabalho e renda.

Dentre as principais atualizações na legislação, destacasse a simplificação do licenciamento para os empreendimentos enquadrados como baixo e médio potencial poluidor em etapa única; a isenção e redução das taxas para os se enquadrarem em agricultura familiar; entre outras.

João, explica sobre a importância desta palestra para os técnicos que atuam no setor pesqueiro. “A nova Lei é um instrumento importante para incentivar a piscicultura em nosso Estado, e principalmente nós que somos os responsáveis por regulamentar as atividades em prática”, ressalta.

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A pesca faz parte da cadeia alimentar, uma atividade rentável, sendo inserida na agricultura familiar pela facilidade em sua manutenção, a custos reduzidos, mas requerendo todo cuidado como forma de trabalho.

O secretário da Sedam, Marco Antônio Lagos, destaca a segurança trazida pela nova lei. “ Com a adequação da lei, os produtores terão mais segurança com a legalização das unidades produtivas. Este é um marco importante para a piscicultura”, pontua.

PISCICULTURA EM RONDÔNIA

Entre os diversos segmentos da Aquicultura, a Piscicultura alcançou projeção nas últimas décadas entre as principais atividades do setor produtivo de Rondônia, sendo o 3º maior produtor do Brasil. Em 2021, a produção de peixes nativos em Rondônia foi de 59.600 toneladas, sendo o tambaqui a espécie mais produzida no Estado.

Fonte: Governo RO

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82,3% das viagens dos rondonienses foram por motivos pessoais

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O suplemento de Turismo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) mostra que, em 2021, das 68 mil viagens feitas por rondonienses, 82,3% foram por motivos pessoais e 17,7% por motivos profissionais. Os percentuais são semelhantes aos apresentados em 2019: 80,5% por motivos pessoais e 19,5% por motivos profissionais.Por local de hospedagem, a casa de amigo ou parente foi a principal instalação, representando 45,9% das viagens ocorridas em 2021. Em todo o Brasil, a casa de amigo ou parente também foi a principal acomodação, sendo 42,9% de todas as viagens.A pesquisa aponta também que, das viagens realizadas pelos rondonienses por motivo pessoal, 23 mil (42,1%) foram para visita ou eventos de familiares e amigos, 17 mil (30,3%) para tratamento de saúde ou consulta médica, dez mil (18,1%) para lazer e cinco mil (9,4%) tiveram outros motivos.Ao comparar as informações da pesquisa nos anos de 2019 e 2021, percebe-se que as viagens com carro particular ou da empresa passaram a corresponder a mais da metade dos veículos utilizados. Em 2019, as viagens com carro particular ou de empresa representaram 36% do total. Já em 2021, este percentual foi de 56,8%.Em relação ao número de domicílios em que houve viagem, a PNAD Contínua aponta que, no ano de 2019, ocorreram viagens em 17,4% dos domicílios rondonienses enquanto que, em 2021, este índice foi de 9,3%.Nos domicílios em que nenhum morador viajou em 2021, foi questionado sobre o motivo, sendo que os mais recorrentes foram: não ter necessidade (29,1%), não ter dinheiro (19,7%) e não ser prioridade (19,3%). Estes índices foram diferentes dos indicados em 2019: em 43,5% dos domicílios que nenhum morador viajou o motivo foi por não ter dinheiro; 17,5% não ter tempo e 17,5% não ter necessidade. 

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