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#RALLYDAPECUÁRIA2018: chega a Rondônia na próxima segunda-feira

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Expedição técnica visitará propriedades e realizará evento gratuito para produtores rurais em Pimenta Bueno

O Rally da Pecuária 2018, maior expedição técnica privada do Brasil com foco na avaliação das condições da bovinocultura e das pastagens, chega a Rondônia nesta segunda-feira, dia 27 de agosto. No mesmo dia, os técnicos realizam evento técnico gratuito para produtores e profissionais do setor na Associação Rural de Pimenta Bueno, às 18h. Depois a equipe segue para avaliar propriedades e visitar produtores das regiões de Ji-Paraná, onde haverá uma Oficina da Produtividade (ver endereço abaixo) e Ariquemes, finalizando a etapa em Rio Branco (AC) no dia 31 de agosto.

A região Leste de Rondônia destaca-se pela avançada indústria frigorífica e o crescente aumento do número de cabeças em confinamento. “O objetivo do Rally não é levar informações técnicas de outras regiões para determinados estados. O conhecimento técnico está lá entre os produtores, técnicos e profissionais das empresas que nos patrocinam. O que levamos são análises de mercado e conjunturais, além das análises obtidas nas edições anteriores. Esse é o propósito do Rally”, destaca Maurício Palma Nogueira, diretor da Athenagro e coordenador do Rally da Pecuária.

 

O encontro com produtores e profissionais do setor proporciona troca de informações e a discussão de estratégias para lidar com os principais problemas da pecuária, discutidos durante o Rally da Pecuária.

 

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Além das peculiaridades regionais e locais, o encontro permite refletir sobre temas macros, como a alta nos custos operacionais em todo o País. A alta do dólar, observada nos últimos dias, pode aumentar ainda mais os custos de produção.

 

A alta acontece num contexto de gastos elevados na operação, já que, até o início de maio, as projeções com base no mercado de grãos e derivados indicavam custos 22% maiores, segundo a Athenagro. “É uma oportunidade para os produtores trocarem informações importantes e, assim, tomar as melhores decisões em campo”, avalia Nogueira.

 

 

ROTEIRO

 

O Rally da Pecuáriapercorrerá em 2018 cerca de 60 mil quilômetros nos principais pólos pecuários do Brasil.As equipes realizarão 12 eventos com pecuaristas e profissionais do mercado com o tema “Planejamento e foco em ambientes turbulentos”, com foco nas estratégias que definirão a permanência dos pecuaristas no setor nos próximos anos. Estão previstas ainda outras 18 oficinas da produtividade, encontros e debates com produtores e técnicos ao longo do trajeto.

 

A expedição vai a campo entre os dias 18 de junho e 1 de setembro com 7 equipes técnicas que visitarão 11 Estados – Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Pará, Mato Grosso, Rondônia e Acre.  Entre os dias 1 e 19 de setembro, a equipe técnica finalizará as análises dos dados obtidos em campo, que irão compor os relatórios distribuídos ao setor.

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O Rally da Pecuária, organizado pela Athenagro e Agroconsult, é patrocinado por CortevaAgriscience™ – Divisão Agrícola da DowDuPont, JBS, OCP, Ourofino Saúde Animal, Phibro Animal Health, Santander e Amarok / Volkswagen, com apoio do GTPS (Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável), Agrosatélite, Webmotors, FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), ABIEC (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), GBP (Grupo Pecuária Brasil), CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), SRB (Sociedade Rural Brasileira) e Abag (Associação Brasileira do Agronegócio).

 

 

Palestra: “Planejamento e foco em ambientes turbulentos”

Data: 27 de agosto, 18h

Local: Associação Rural De Pimenta Bueno

Endereço: Rodovia 364 – KM 201, Pimenta Bueno-RO

Inscrições: http://www.rallydapecuaria.com.br/rally/2018

 

 

Palestra: “Oficina da Produtividade”

Data: 28 de agosto, 17h

Local: Parque de Exposições Herminio Victorelli – stand da Emater

Endereço: Av. Governador Jorge Teixeira, 2335 – Bairro Nova Brasília – JI-Paraná/RO

 

 

 

EQUIPE 07                                                                        

26/08/2018         domingo              7             VILHENA                             RO          Concentração Eq. 07

27/08/2018         segunda-feira    7             PIMENTA BUENO             RO          EVENTO

28/08/2018         terça-feira          7             JI-PARANÁ                         RO

29/08/2018         quarta-feira       7             ARIQUEMES                      RO

30/08/2018         quinta-feira        7             RIO BRANCO                     AC

31/08/2018         sexta-feira          7             RIO BRANCO                     AC          EVENTO

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CNA discute autocontrole da defesa sanitária vegetal

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Brasília (28/07/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu uma live sobre o autocontrole na defesa sanitária vegetal, na quarta (28). O debate foi moderado pelo diretor técnico adjunto da CNA, Reginaldo Minaré.

Participaram do debate o presidente da Comissão de Hortaliças e Flores da Confederação, Manoel Oliveira; do diretor de Sanidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Carlos Goulart; e do diretor de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa, Glauco Bertoldo.

Segundo Minaré, o autocontrole nas ações de defesa agropecuária vem sendo discutido há anos no Brasil e, agora, o desafio é a construção de um marco regulatório para o tema, por meio do Projeto de Lei nº 1.293/2021.

“A proposta surge como uma alternativa de ampliar e modernizar o escopo de atuação da defesa agropecuária, garantir maior liberdade aos agentes econômicos regulados, sem oferecer qualquer prejuízo à sanidade, inocuidade, qualidade, identidade e segurança dos insumos e produtos da agropecuária”, afirmou.

O objetivo da live foi compreender a lógica do PL e esclarecer conceitualmente e operacionalmente a diferença entre autorregulação e autocontrole. Além disso, os debatedores apresentaram a visão do estado e dos produtores rurais em relação ao processo de controle, fiscalização e auditoria da defesa sanitária vegetal, dos insumos agrícolas e dos produtos de origem vegetal.

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Conforme o diretor técnico adjunto da CNA, no autocontrole o produtor não cria regras e se compromete em seguir a legislação vigente.

Carlos Goulart falou sobre as expectativas em relação ao autocontrole na defesa sanitária vegetal e os principais pontos de aprimoramento e mudança na rotina do serviço de defesa agropecuária e de fiscalização e controle dos insumos agrícolas, que deverão ocorrer com a aprovação da proposta legislativa em discussão.

“É um processo de longo prazo e que vai demandar uma profunda transformação do setor privado, saindo da lógica de fiscalização para uma lógica mais de gerenciamento de risco e auditoria”, disse.

O texto da lei prevê que o autocontrole não será aplicado compulsoriamente aos agentes da produção primária, mas não impede que, voluntariamente, eles façam a adesão ao programa de autocontrole. A proposta não trouxe a definição de agente da produção primária, conceito que será interessante ser debatido e incluído na lei pelo Parlamento para esclarecer a zona cinzenta na fronteira entre a produção primária e industrial.

O diretor de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa destacou a importância dos programas de autocontrole e dos protocolos privados de produção para garantia do acesso aos mercados e aprimoramento dos processos produtivos.

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“O nosso objetivo é criar um ambiente mais seguro e com regras mais claras, onde possamos dar respostas rápidas e ter um controle ágil de todo o processo. Isso vai nos levar a outro patamar e garantir um reconhecimento internacional ainda maior dos nossos produtos”, prevê Glauco Bertoldo.

Na opinião de Manoel Oliveira, ainda existe muita expectativa e desconhecimento sobre o PL. Ao contrário daqueles que pensam que a informalidade e a insegurança poderão aumentar, ele acredita que o autocontrole vai oferecer mais segurança e credibilidade para o setor, além de trazer uma presença do estado “quase em tempo real” no processo produtivo.

“As leis não mudarão e precisarão ser cumpridas. O setor produtivo está tendo que se adequar a essa modernização de consumo da sociedade, com novas tecnologias e processos mais transparentes. O produtor tem que ver esse projeto como uma vantagem competitiva e a possibilidade de agregar valor”, declarou o presidente da Comissão de Hortaliças e Flores da CNA.

Assessoria de Comunicação CNA
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Fonte: CNA Brasil

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