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Rondônia recebe 17.550 doses de vacinas contra a covid-19; imunização contra a gripe acontece de forma paralela

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As doses ficam armazenadas na Rede de Frio do Estado para célere distribuição

O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), recebeu nesta terça-feira (8), do Ministério da Saúde (MS), mais 17.550 vacinas da Pfizer/Comirnaty para imunizar gestantes e puérperas, trabalhadores da educação do ensino básico, trabalhadores das forças armadas, da força de segurança e salvamento, e trabalhadores do transporte aéreo. A remessa foi recebida na Central Estadual de Rede de Frio, em Porto Velho.

Até o momento, Rondônia recebeu 697.048 vacinas contra a covid-19, deste número, 331.308 doses são de Coronavac, 322.450 de AstraZeneca e 43.290 de Pfizer. Ao todo foram 29 remessas enviadas pelo Ministério da Saúde.

De acordo com o mapa de distribuição da Agevisa as seis regionais receberão as doses da vacina Pfizer, sendo 3.660 para a regional de saúde de Ji Paraná, 1.872 para regional de Cacoal, 1.566 para regional de Vilhena, 2.232 para regional de Ariquemes, 1.812 para regional de Rolim de Moura, 6.408 para regional de Porto Velho, essa última atende também as cidades de Guajará Mirim, Nova Mamoré, Itapuã e Candeias do Jamari.

A diretora da Agevisa destacou a preocupação do Governo em atender as gestantes

Durante coletiva de imprensa, a diretora-geral da Agevisa, Ana Flora Gerhardt destacou a preocupação do Governo em atender as gestantes. “A decisão de atender por completo a demanda de grávidas com a vacina Pfizer foi pactuada na Comissão Intergestora Bipartite (CIB) após a Agevisa apresentar estatísticas que revelam uma mortalidade materna em decorrência da covid-19. Em 2020, houveram 18 óbitos maternos, sendo que 4 foram pela covid-19. Em 2021, já são 26. Essa é uma preocupação em Rondônia, por isso pedimos uma atenção especial para que gestantes e puérperas sejam vacinadas. A vacina da Pfizer é altamente segura, assim como a Coronavac, havendo suspensão apenas da aplicação da AstraZeneca, c0mo medida preventiva.”

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IMUNIZAÇÃO CONTRA A GRIPE

Ana Flora aproveitou para informar que a vacinação contra gripe está acontecendo de forma paralela à vacinação contra a covid-19, e reforçou que é necessário uma atenção maior aos grupos prioritários. “As pessoas que fazem parte dos grupos prioritários devem tomar a vacina contra a covid-19 mas não devem deixar de priorizar a vacina contra a gripe. O intervalo é de 14 dias após a vacinação da covid-19. Atualmente, idosos e professores estão sendo atendidos pela vacinação contra a gripe.”

Na primeira etapa da imunização contra a gripe, que encerra nesta terça-feira (8), Rondônia recebeu do Ministério da Saúde 578 mil doses de vacinas contra gripe e as distribuiu em todo o Estado. Dessas doses, 92 mil foram aplicadas até o momento.

A diretora-geral incentivou a busca pela imunização e informou que amanhã (9) começa a terceira etapa da vacinação contra gripe com novos grupos prioritários: caminhoneiros, pessoas com comorbidades, com deficiência, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, portuários, passageiros urbanos de longo cursos, Força de Segurança e Salvamento, Força Armadas, funcionários do sistema de privação de liberdade, população privada de liberdade, adolescentes e jovens em medidas sócio educativas.

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Fonte: Governo RO

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Operação “Esvazia João Paulo II” transferiu 38 pacientes para outros hospitais neste final de semana, em Porto Velho

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Operação Esvazia João Paulo, realizada neste sábado, 19

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da saúde (Sesau) montou uma força-tarefa neste sábado (19) para desafogar o Pronto Socorro João Paulo II. Durante a ação foram transferidos para outras unidades 38 pacientes. Devido ao grande número de atendimentos voltados a pacientes vítimas de acidentes de trânsito o Pronto Socorro teve seus leitos esgotados nas últimas semanas.

O secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo relembrou que esta não é a primeira ação. “No início da gestão, houve uma ação semelhante onde pacientes que ficavam internados nos corredores e na garagem tomando sol e chuva foram removidos e transferidos”.

A superlotação fez parte da história do Hospital João Paulo II durante muitos anos. “O governador Marcos Rocha tem trabalhado arduamente para que possamos construir um novo hospital, mas, enquanto isso estamos alocando estes pacientes em outros leitos criados especificamente para eles, proporcionando melhor qualidade no atendimento”, enfatizou Máximo.

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“Esta gestão tem como prioridade construir um novo hospital  para atender casos de urgência e emergência. Sabemos que o JP II não suporta mais atender toda a população do Estado. Paralelo a essa pandemia estamos estudando e trabalhando para que o novo Hospital seja construído para beneficiar toda a nossa população”, finalizou o secretário.

Fonte: Governo RO

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