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Rondônia tem 6,10% da população do estado sem acesso à energia elétrica, aponta levantamento

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O Brasil tem avançado na universalização da energia, mas as populações de áreas remotas da Amazônia ainda demandam acesso à eletricidade. Reportagem do site ambiental O Eco mostra que, segundo estimativas do Ministério de Minas e Energia, cerca de 425 mil famílias ainda não têm acesso à energia elétrica no país.

Em Rondônia, são mais de 100 mil pessoas, cerca de 6,10% da população do estado. E sem a realização do Censo do IBGE, esse dado pode estar subestimado. O município rondoniense  que aparece com o maior número de pessoas sem acesso à energia elétrica é Guajará-Mirim (21.356).

A publicação diz que 2022 é o ano chave para a pauta da universalização da energia elétrica no Brasil, quando vence o prazo de vigência do Luz para Todos, o carro-chefe da política pública desse direito garantido pela Constituição.

O programa Mais Luz Para a Amazônia, irmão mais novo do Luz para Todos, lançado em 2020 e que também perde a vigência em 2022, deverá ser prorrogado. O projeto foca justamente nas populações que o Luz Para Todos não conseguiu atingir em sua plenitude: os moradores de áreas remotas da Amazônia Legal.

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Os números acima são do Ministério de Minas e Energia (MME), Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Com informações Associação O Eco

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82,3% das viagens dos rondonienses foram por motivos pessoais

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O suplemento de Turismo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) mostra que, em 2021, das 68 mil viagens feitas por rondonienses, 82,3% foram por motivos pessoais e 17,7% por motivos profissionais. Os percentuais são semelhantes aos apresentados em 2019: 80,5% por motivos pessoais e 19,5% por motivos profissionais.Por local de hospedagem, a casa de amigo ou parente foi a principal instalação, representando 45,9% das viagens ocorridas em 2021. Em todo o Brasil, a casa de amigo ou parente também foi a principal acomodação, sendo 42,9% de todas as viagens.A pesquisa aponta também que, das viagens realizadas pelos rondonienses por motivo pessoal, 23 mil (42,1%) foram para visita ou eventos de familiares e amigos, 17 mil (30,3%) para tratamento de saúde ou consulta médica, dez mil (18,1%) para lazer e cinco mil (9,4%) tiveram outros motivos.Ao comparar as informações da pesquisa nos anos de 2019 e 2021, percebe-se que as viagens com carro particular ou da empresa passaram a corresponder a mais da metade dos veículos utilizados. Em 2019, as viagens com carro particular ou de empresa representaram 36% do total. Já em 2021, este percentual foi de 56,8%.Em relação ao número de domicílios em que houve viagem, a PNAD Contínua aponta que, no ano de 2019, ocorreram viagens em 17,4% dos domicílios rondonienses enquanto que, em 2021, este índice foi de 9,3%.Nos domicílios em que nenhum morador viajou em 2021, foi questionado sobre o motivo, sendo que os mais recorrentes foram: não ter necessidade (29,1%), não ter dinheiro (19,7%) e não ser prioridade (19,3%). Estes índices foram diferentes dos indicados em 2019: em 43,5% dos domicílios que nenhum morador viajou o motivo foi por não ter dinheiro; 17,5% não ter tempo e 17,5% não ter necessidade. 

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