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Trabalhadores do Porto Público de Porto Velho recebem primeira dose da vacina contra a covid-19

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Trabalhadores portuários são imunizados contra a Covid-19

Os funcionários da Sociedade de Portos e Hidrovias (Soph), do Governo de Rondônia, os Trabalhadores Portuários Avulsos (TPAs), devidamente cadastrados junto ao Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO) e aqueles vinculados às empresas que atuam diretamente no poligonal portuário, receberam nesta quarta-feira (2) a primeira dose da vacina AstraZeneca, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), contra a covid-19 no Porto Público de Porto Velho.

Os portuários e aeroportuários foram incluídos nos grupos prioritários, estabelecidos pelo Plano Nacional de Operacionalização (PNO) conforme o 19º informe técnico emitido pelo Ministério da Saúde no dia 25 de maio de 2021.

Nele, a coordenadora Geral do Programa Nacional de Imunizações, Francieli Fontana Sutile Tardetti Fantinato, e o diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis, Laurício Monteiro Cruz, sinalizam a importância da imunização destes grupos em razão da disseminação do vírus SARS-CoV-2 e o surgimento de variações genômicas do vírus identificadas em solo brasileiro, bem como a confirmação da VOC oriunda da Índia (B.1.617), cuja cepa já havia sido identificada em 44 países, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Desta forma, o possível ingresso de indivíduos ainda assintomáticos no país e, consequentemente, exposição dos trabalhadores de transportes aéreos e portuários, como medida preventiva na proteção desses trabalhadores, em alto fluxo de passageiros e tripulantes oriundos de outros países, justifica-se a antecipação da vacinação contra a covid-19, visto que as vacinas em uso no Brasil seguem demonstrando eficácia às variantes.

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O diretor presidente da Soph, Fernando Cesar Ramos Parente, afirmou que ao ter conhecimento da inclusão dos trabalhadores portuários como prioridade no plano nacional de imunização, em fevereiro do ano corrente, a Diretoria Executiva tomou a iniciativa de provocar os órgãos responsáveis para organizar a vacinação no Porto de Porto Velho.

“Fizemos contatos com o Ministério da Infraestrutura, Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) para enviar as listas de funcionários, organizar a logística de disponibilização das doses, atendimento e aplicação para os trabalhadores portuários que atuam especificamente no Porto de Porto Velho. A antecipação da vacinação dos trabalhadores portuários por parte do Ministério da Saúde visa criar uma barreira sanitária no país em função das variantes que os funcionários estão expostos”, frisou Fernando.

A fim de evitar a aglomeração e conseguir um fluxo contínuo de atendimento, a imunização acontecerá em dois momentos. Aqueles trabalhadores previamente cadastrados que não foram vacinados hoje, deverão comparecer na sexta-feira (4) para receber a primeira dose. Os demais trabalhadores portuários que atuam em portos privados no Estado de Rondônia deverão entrar em contato com a Agevisa pelos contatos (69)3216-5397 ou (69)3216-5396.

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Fonte: Governo RO

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Operação “Esvazia João Paulo II” transferiu 38 pacientes para outros hospitais neste final de semana, em Porto Velho

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Operação Esvazia João Paulo, realizada neste sábado, 19

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da saúde (Sesau) montou uma força-tarefa neste sábado (19) para desafogar o Pronto Socorro João Paulo II. Durante a ação foram transferidos para outras unidades 38 pacientes. Devido ao grande número de atendimentos voltados a pacientes vítimas de acidentes de trânsito o Pronto Socorro teve seus leitos esgotados nas últimas semanas.

O secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo relembrou que esta não é a primeira ação. “No início da gestão, houve uma ação semelhante onde pacientes que ficavam internados nos corredores e na garagem tomando sol e chuva foram removidos e transferidos”.

A superlotação fez parte da história do Hospital João Paulo II durante muitos anos. “O governador Marcos Rocha tem trabalhado arduamente para que possamos construir um novo hospital, mas, enquanto isso estamos alocando estes pacientes em outros leitos criados especificamente para eles, proporcionando melhor qualidade no atendimento”, enfatizou Máximo.

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“Esta gestão tem como prioridade construir um novo hospital  para atender casos de urgência e emergência. Sabemos que o JP II não suporta mais atender toda a população do Estado. Paralelo a essa pandemia estamos estudando e trabalhando para que o novo Hospital seja construído para beneficiar toda a nossa população”, finalizou o secretário.

Fonte: Governo RO

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