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Apenas 10 minutos de sol por dia “podem reduzir o risco de Covid-19”

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Pessoas com baixos níveis de vitamina D tinham quase duas vezes mais chances de desenvolver infecções respiratórias agudas

Lavar regularmente as mãos, evitar tocar no rosto, utilizar máscaras… Estas são algumas das medidas que reduzem o risco de contrair o novo coronavírus.

Agora, uma especialista afirma que apanhar 10 minutos de sol por dia também pode ajudar a reduzir esse risco. Rachel Neale, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Médica QIMR Berghofer de Brisbane, diz que ter baixos níveis de vitamina D pode deixá-lo vulnerável à Covid-19.

“Faz sentido que o déficit em vitamina D aumente o risco de ter Covid-19 sintomático e potencialmente ter piores sintomas”, afirma a especialista, segundo informações divulgadas pelo jornal Mirror. “E isso acontece porque a vitamina D parece ter efeitos importantes no sistema imunológico”, justifica.

Num estudo do ano passado, Neale testou 78 mil participantes e descobriu que aqueles com baixos níveis de vitamina D tinham quase duas vezes mais chances de desenvolver infecções respiratórias agudas. Essas pessoas também estavam mais propensas a ficar mais doentes por mais tempo.

A vitamina D é produzida naturalmente nos nossos corpos em resposta à luz solar e também pode ser encontrada em vários alimentos, incluindo gemas de ovos, carne vermelha e peixes gordos.

Segundo a especialista, bastam 10 minutos diários de exposição à luz solar para obter a dose diária de vitamina D.

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Campanha de vacinação contra a gripe segue até 9 de julho; menos de 20% do público-alvo foi imunizado

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A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), inicia a terceira fase do Plano Nacional de Imunização (PNI) da vacinação contra a gripe influenza (H1N1), em Rondônia, onde se enquadram todos os grupos prioritários. A campanha contra a H1N1 iniciou no dia 12 abril e segue até 9 de julho. Até o momento, segundo dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI Covid) apenas 16,9% do público alvo do Estado foi vacinado, contabilizando 98.995 doses aplicadas. A meta é atingir 578,750 no Estado.

Segundo a enfermeira responsável pela Rede de Frio Estadual, Eliza Ferraz, cerca de 34,4% das gestantes se vacinaram e lideram o ranking dos prioritários imunizados, mesmo assim, o número correspondente ainda é baixo. “Infelizmente este ano atípico como o ano passado está fraca a adesão, pois naturalmente as pessoas estão com foco na vacina da covid-19, e ainda tem a questão do intervalo de no mínimo 14 dias entre as doses da vacina da covid-19 e qualquer outra vacina do programa de imunizações” explica.

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A responsável pela Rede de Frio do Estado, comenta que na primeira fase da campanha, como prioritários estavam, crianças de seis meses até cinco anos de idade, além dos profissionais da Saúde. Na segunda fase, ocorrida em maio, os idosos e professores foram incluídos no plano de imunização. Na terceira fase, iniciada no dia 9, os demais grupos prioritários com comorbidades são o alvo. “Todos os grupos prioritários elencados nesta campanha podem estar procurando a vacina nas unidades de saúde. Vale ficar atento quanto aos horários de funcionamento da unidade mais próxima”, orienta.

Nesse caso, podem procurar a unidade mais próxima: crianças à partir de 6 meses à 5 anos completos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos à partir de 60 anos, gestantes, puérperas (45 dias pós parto), pessoas com doenças crônicas, caminhoneiros, trabalhadores de transportes (coletivo, rodoviário e portuário), trabalhadores de força de segurança e salvamento, forças armadas, privados de liberdade e professores.

COVID-19 X H1N1

Importante lembrar que quem contraiu covid-19, deve aguardar no mínimo 14 dias após a recuperação, para que seja aplicada a dose da H1N1. O ideal é receber a dose do imunizante sem que haja qualquer sintoma, principalmente gripal. “A vacina é aplicada em pessoas saudáveis, então se houver a apresentação de algum sintoma, como febre, resfriado seria interessante que ela adiasse, pois a vacina por melhor que seja, sempre dará uma reação que pode ser leve ou não”, finaliza a enfermeira.

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