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COVID-19 – Pessoas com comorbidades acima de 45 anos serão vacinadas sem agendamento nesta quarta-feira (26)

Saúde

 

Pessoas que não fizeram cadastramento no SASI serão auxiliadas na operacionalização do aplicativo

A vacinação sem agendamento atende pessoas que não fizeram cadastroA Prefeitura de Porto Velho abre, nesta quarta-feira (26), a vacinação contra a Covid-19, sem agendamento prévio, para pessoas que façam parte do grupo contemplado na terceira fase do Plano Nacional de Imunização (PNI). O atendimento será no campus I da Faculdade Uniron, no bairro Lagoinha, das 9h às 16h.

Segundo a Divisão de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), a vacinação sem agendamento atende pessoas que não fizeram cadastro no aplicativo SASI.

“Durante a vacinação vamos auxiliar as pessoas no cadastramento, pois ele é importantíssimo para sabermos quem já recebeu a primeira dose e organizar o fluxo da segunda dose”, explica Elizeth Gomes, gerente da divisão.

PÚBLICO

A Semusa recomenda que, mesmo recebendo a primeira dose, a pessoa faça o cadastro no aplicativo.

Poderá ser vacinado sem agendamento o seguinte público:

• Pessoas com 45 anos ou mais com comorbidade;

• Pessoas com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise);

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• Pessoas com Síndrome de Down acima de 18 anos;

• Gestantes e puérperas, acima de 18 anos com comorbidade;

• Pessoas com Deficiência Permanente, cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) com 45 anos ou mais;

Segundo a Nota Técnica 467/2021, a comprovação da comorbidade deverá ser realizada conforme recomendações do PNI no ato da vacinação. A pessoa deverá comprovar a doença pré-existente através de exames, relatório médico, prescrição médica, laudo, cartão do BPC, cartão do hiperdia, entre outros.

COMORBIDADES

Equipes estarão auxiliando a população a baixar e fazer o cadastro no SASI

São definidas como comorbidades, neste caso, as seguintes doenças: diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica grave (de difícil controle e/ou com lesão de órgão-alvo), doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme e obesidade grave.

DEFICIÊNCIA

Para fins de inclusão na população alvo para vacinação, serão considerados indivíduos com deficiência permanente severa aqueles que apresentem uma ou mais das seguintes limitações:

1 – Limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas.

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2 – Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir (se utiliza aparelho auditivo esta avaliação deverá ser feita em uso do aparelho).

3- Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar (se utiliza óculos ou lentes de contato, esta avaliação deverá ser feita com o uso dos óculos ou lente).

4- Indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, brincar, etc.

Texto: Jefferson Carvalho Potter
Fotos: Leandro Morais

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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Saúde

Em recomendação, MPRO e MPF pedem que Estado reconsidere o relaxamento de medidas de enfrentamento à pandemia

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O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) e o Ministério Púbico Federal em Rondônia (MPF/RO) emitiram recomendação ao Estado, em que o orientam a reconsiderar algumas medidas que flexibilizaram o distanciamento social, necessárias ao enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, anunciadas esta semana. Os MPs pedem que sejam realizadas a alteração e a revogação de trechos do Decreto nº 26.134, de 17.06.2021.
No documento, MPRO e MPF recomendam que seja revogado o artigo 4º do Decreto, que liberou a realização de eventos com até 999 pessoas, com distribuição de bebidas alcoólicas, como bares, boates e casas de shows.
Os MPs também pedem que seja analisada, antes da liberação de qualquer atividade não essencial, a prioridade do retorno presencial das atividades educacionais, tema previsto no artigo 11 da norma.
Outro ponto indicado diz respeito à revisão do artigo 3º do Decreto. Sobre esse trecho, as instituições orientam para que seja feita a adequação da forma de liberação da realização de eventos como jantares, casamentos e reuniões, prevendo critérios objetivos de dimensionamento do local, de acordo com o percentual de ocupação, nunca ultrapassando o limite máximo de 150 pessoas, devendo, para tanto, também levar em consideração os dados da epidemiologia.
A recomendação dos MPs, emitida no âmbito do Procedimento Administrativo nº 2021001010010560, considera o elevado número de óbitos ainda registrados em Rondônia, a predição do comportamento da pandemia no Estado e a possibilidade de retorno presencial das aulas, que poderá ser prejudicado, a partir de um provável incremento de casos.
Ao respaldarem os pedidos, MPRO e MPF ressaltam que o Decreto nº 26.134, de 17.06.2021, prevê em seu artigo 11 o retorno gradual das atividades educacionais presenciais regulares nas redes pública e privada do Estado e alertam que a liberação de eventos que causem aglomeração podem impactar diretamente nas taxas de contaminação da doença, possivelmente, inviabilizando a retomada do ensino presencial, elevando o já incontável prejuízo causado aos alunos.
Conforme pontuam as instituições, embora não haja fila de espera para internação de pacientes, atualmente, em Rondônia, na data da recomendação, Boletim da SCI informava a existência de  7.524 (3,11%) casos ativos da covid-19, 415 pacientes internados e 955 pessoas aguardando resultados de exames.
A predição do comportamento da pandemia, referente ao período de 14 a 20 de junho de 2021, menciona que o número de óbitos registrados permanece em valores elevados, sendo estes similares aos do pico da primeira onda, mostrando que a situação não está controlada no Estado, que figura, inclusive, com uma das maiores médias de morte a cada 100 mil habitantes em razão da doença.
Assinam a recomendação o Procurador-Geral de Justiça, Ivanildo de Oliveira; o Promotor de Justiça Julian Imthon Farago (Coordenador do Grupo de Atuação Especial Cível) e o Procurador da República, Raphael Luis Pereira Bevilaqua.

O Estado tem o prazo de 10 dias, após o recebimento da Notificação Recomendatória, para se manifestar acerca do acatamento das providências solicitadas.

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