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Governadores pedem inclusão de vacina contra covid-19 em PNI

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Governadores das cinco regiões do país reuniram-se nesta terça-feira (3) para que a vacina contra covid-19 seja incluída no Plano Nacional de Imunizações (PNI)

Governadores das cinco regiões do país reuniram-se nesta terça-feira (3) com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) para que a vacina contra covid-19 seja incluída no Plano Nacional de Imunizações (PNI). Atualmente, o programa oferece 44 imunobiológicos com distribuição para todo o país.

“Venho alertando que, se não houver coordenação nacional, todos sairão perdendo, e não será demais pensar que venhamos a assistir a episódios semelhantes aos das aquisições de respiradores, com atravessadores, valores diferentes e até pagamentos antecipados de produtos que não chegam”, argumentou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB).

Para Leite, a falta de programa nacional para compra de vacinas, pode provocar problemas na distribuição e aumento de custos.

“Pedimos aos presidentes Maia e Alcolumbre que façam a intermediação no sentido de abrir o diálogo com o governo federal e garantir que haja a aquisição das vacinas que mais rapidamente forem liberadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para o uso na população, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI)”, disse o governador.

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O encontro foi marcado após solicitação do coordenador do Fórum dos Governadores do Brasil, o governador do Piauí, Wellington Dias. Segundo ele, gestores defendem a compra da primeira vacina que for autorizada pelos órgãos competentes.

“A defesa que nós governadores fazemos é que a primeira vacina que tiver autorização científica é ela que o Brasil tem que adotar”, disse Dias. “Se ela é feita no Butantan, na Fiocruz, nesse ou naquele país, isso é irrelevante em relação à prioridade que é salvar vidas”, acrescentou.

Participaram da reunião os governadores do Acre (Gladson Camelli), Goiás (Ronaldo Caiado), Espírito Santo (Renato Casagrande), Mato Grosso (Mauro Mendes), Piauí (Wellington Dias), Rio de Janeiro(em exercício, Cláudio Castro), Rio Grande do Sul (Eduardo Leite) e dos vice-governadores de São Paulo (Rodrigo Garcia) e do Distrito Federal (Paco Britto).

Governadores também pediram a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 101/20, que permite a oferta de crédito aos estados com lastro da União, condicionado a ajuste fiscal.

A medida permite que estados e municípios sem capacidade de pagamento tenham acesso a empréstimos com garantias da União desde que façam um ajuste fiscal para recuperar suas finanças.

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As regras previstas no projeto podem beneficiar especialmente Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul – estados com a pior situação fiscal, que poderão aderir a regime de recuperação por dez anos.

Segundo o deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), a proposta deve ser pautada logo após o primeiro turno das eleições municipais. Nas próximas duas semanas não haverá votação na Câmara.

Nesta terça-feira, a Câmara dos Deputados adiou pela quarta vez seguida a sessão de votações no plenário sem conseguir analisar nenhum projeto.

Partidos estão em obstrução pela indicação de cargos na Comissão Mista de Orçamento (CMO), responsável pela definição das prioridades dos recursos da União.

Já partidos da oposição também estão em obstrução para pressionar a votação da Medida Provisória 1000/20, que prorroga o auxílio emergencial até dezembro com o valor de R$ 300 mensais.

A oposição quer que o governo mantenha o valor de R$ 600 até o final do ano.

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Egressa do UniFacimed é a primeira profissional de RO a assumir vaga no Conselho Nacional de Saúde

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A enfermeira é da 5ª turma de profissionais formados pelo Centro Universitário UniFacimed
O Conselho Nacional de Saúde (CNS), agora conta com o profissionalismo da enfermeira Edna Mota, formada pelo Centro Universitário Unifacimed, no ano de 2007. Pela primeira vez, uma enfermeira de Rondônia irá representar a categoria na cadeira do CNS, que é a instância maior do controle social do Sistema único de Saúde (SUS) no Brasil.
Edna destaca que, como profissional, possui uma trajetória na defesa do controle social no SUS, citando que os estágios nas Unidades Básicas de Saúde e Hospitais Públicos do município de Cacoal durante a graduação, contribuíram muito para o início da sua profissionalização. “A Faculdade foi fundamental para meu conhecimento e para a minha atuação no SUS, e, a partir dos estágios, pude enxergar e agregar cada vez mais a atuação prática na carreira como enfermeira”, disse.
Ainda segundo ela, a contribuição do centro Universitário no sucesso profissional, vai além de uma formação de qualidade, agregando também na construção de um profissional de saúde humanitário. “Tive uma excelente vida acadêmica, coleciono muitas histórias nesta Instituição, tenho orgulho de ter tido professores renomados, que colaboraram com a profissional que me tornei hoje”, afirmou.
De acordo com a coordenadora do curso de enfermagem do UniFacimed, Teresinha Cícera Teodoro, a instituição oferece para os acadêmicos ainda durante a graduação, uma preparação do que eles vão vivenciar quando se formarem, isso faz com que os acadêmicos já se formem com uma vivência do SUS. “O estágio propicia ao nosso estudante, o enfrentamento da sua futura profissão estabelecendo artifícios para que lide com as inúmeras situações que podem lhe acometer no exercício da enfermagem, foi exatamente esse caminho que a Edna trilhou, e hoje está representando nosso estado em um nível nacional, o que nos enche de orgulho”, pontuou Teresinha.

O Conselho Nacional de Saúde, tem a função de fiscalizar, e deliberar por todos as ações da saúde pública no Brasil. Aprovar as contas do Presidente da República, e os gastos e recursos enviados para os estados e municípios. — * Esta mensagem, incluindo seus anexos, tem caráter Confidencial e seu conteúdo é restrito ao destinatário da mesma. Caso você tenha recebido esta mensagem por engano, queira, por favor, retorná-la ao remetente e apagá-la de seus arquivos. Qualquer uso não autorizado, replicação ou disseminação desta mensagem ou parte dela é expressamente proibido.

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