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IMUNIZAÇÃO – Vacinação no sábado (5) passa a atender pessoas com comorbidade a partir de 18 anos em Porto Velho

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Serão imunizadas pessoas que tenha confirmação do cadastramento através do aplicativo SASI

Pessoas acima de 18 anos com comorbidade serão vacinadasPorto Velho vai ter imunização no sábado (05) e passará a atender pessoas com comorbidade a partir de 18 anos. O público que será atendido faz parte dos que fizeram cadastro e receberam a confirmação de agendamento através do aplicativo SASI. A vacinação neste sábado seguirá sendo feita no campus I da Faculdade Uniron, na Av. Mamoré, das 09h às 12h.

Além de pessoas com 18 anos ou mais com comorbidade serão atendidas ainda:
• Pessoas com doença renal crônica acima de 18 anos;
• Pessoas com Síndrome de Down acima de 18 anos;
• Gestantes e puérperas acima de 18 anos;
• Pessoas com Deficiência Permanente, cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) com 18 anos ou mais.

COMORBIDADES

Segundo a Nota Técnica 467/2021, a comprovação da comorbidade deverá ser realizada conforme recomendações do PNI, ou seja, no ato da vacinação a pessoa deverá comprovar a doença pré-existente através de exames, receitas, relatório médico, prescrição médica, laudo, cartão do BPC, cartão do hiperdia, entre outros.

Jean Jacson compareceu para receber a 1ª dose da vacina AstraZenecaSão definidas como comorbidades, neste caso, as seguintes doenças: diabetes mellitus; hipertensão arterial sistêmica grave (de difícil controle e/ou com lesão de órgão-alvo); doença pulmonar obstrutiva crônica; doença renal; doenças cardiovasculares e cerebrovasculares; indivíduos transplantados de órgão sólido; anemia falciforme e obesidade grave.

DEFICIÊNCIA

Para fins de inclusão na população alvo para vacinação, serão considerados indivíduos com deficiência permanente severa aqueles que apresentem uma ou mais das seguintes limitações:
1 – Limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas;
2 – Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir (se utiliza aparelho auditivo esta avaliação deverá ser feita em uso do aparelho);
3- Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar (se utiliza óculos ou lentes de contato, esta avaliação deverá ser feita com o uso dos óculos ou lente);
4- Indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, brincar, etc.
As pessoas que serão atendidas precisam levar cópia do laudo que comprova a comorbidade,uma está ficando retida no local.

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GRÁVIDAS E PUÉRPERAS SEM COMODIDADE

Marta Silva Santos foi vacinada após o agendamento pelo SASIA capital voltou a imunizar também gestantes e puérperas sem comorbidades.
Segundo uma nota técnica do Ministério da Saúde a apresentação de prescrição médica não é mais necessária para esse público.
Grávidas devem apresentar a caderneta da gestante. As puérperas devem apresentar a certidão ou declaração de nascimento da criança.
Esse público continuará sendo atendido com a vacina da Pfizer/BioNTech como orientado pelo MS.

NÚMEROS

Até as 9h de sexta-feira (4), 135.037 pessoas tinham sido imunizadas em Porto Velho contra a Covid-19. Desse total, 90.977 na primeira dose e 44.060 na segunda dose. Até esse momento, a capital rondoniense havia recebido 184.923 doses de imunizantes.

Os trabalhadores da saúde figuram como o maior grupo vacinado no município, com 41.712 pessoas imunizadas, sendo 22.639 na primeira e 19.073 na segunda dose, conforme registrado no mapa do Ministério da Saúde.

DEPOIMENTOS

Edilson Soares é hipertenso e já recebeu a imunizaçãoCom 36 anos de idade, o Policial Civil Jean Jacson compareceu para receber a 1ª dose da vacina AstraZeneca. “Todos os dias atendemos pessoas que dizem estar infectadas. Estamos realmente expostos. Às vezes, ao entregarmos uma intimação ou no cumprimento de mandados, as pessoas dizem que estão com coronavírus ou apresentam sintomas. A vacina é uma segurança a mais para nós”, disse.

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O feirante Edilson Soares, 58 anos, hipertenso, fez o cadastro no aplicativo SASI, mas não percebeu o aviso enviado para o e-mail e estava com a vacinação atrasada. Ao solicitar informação e descobrir que já deveria ter sido imunizado, tratou de comparecer à sala de vacina para receber o imunizante.

“Eu me sinto premiado. Já tive Covid e sei que não é só uma gripezinha. Daqui a 90 dias vou tomar a outra dose e
tocar a vida pra frente. Como feirante tenho contato com muitas pessoas”, comentou.

Marta Silva Santos, professora de 39 anos, também foi avisada pelo aplicativo SASI sobre o dia de ser imunizada e compareceu na quarta-feira (2), para receber a primeira dose da AstraZeneca. A segunda dose está agendada para o dia 2 de setembro.

A educadora está ansiosa para voltar às aulas presenciais, mas pensa nos colegas que ainda não foram imunizados. “Quero retornar para a sala de aula, mas que todos da educação estejam também vacinados”, pontuou.

Texto: Jefferson Carvalho e Augusto José
Fotos: Pedro Bentes e Leandro Morais

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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Saúde

Em recomendação, MPRO e MPF pedem que Estado reconsidere o relaxamento de medidas de enfrentamento à pandemia

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O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) e o Ministério Púbico Federal em Rondônia (MPF/RO) emitiram recomendação ao Estado, em que o orientam a reconsiderar algumas medidas que flexibilizaram o distanciamento social, necessárias ao enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, anunciadas esta semana. Os MPs pedem que sejam realizadas a alteração e a revogação de trechos do Decreto nº 26.134, de 17.06.2021.
No documento, MPRO e MPF recomendam que seja revogado o artigo 4º do Decreto, que liberou a realização de eventos com até 999 pessoas, com distribuição de bebidas alcoólicas, como bares, boates e casas de shows.
Os MPs também pedem que seja analisada, antes da liberação de qualquer atividade não essencial, a prioridade do retorno presencial das atividades educacionais, tema previsto no artigo 11 da norma.
Outro ponto indicado diz respeito à revisão do artigo 3º do Decreto. Sobre esse trecho, as instituições orientam para que seja feita a adequação da forma de liberação da realização de eventos como jantares, casamentos e reuniões, prevendo critérios objetivos de dimensionamento do local, de acordo com o percentual de ocupação, nunca ultrapassando o limite máximo de 150 pessoas, devendo, para tanto, também levar em consideração os dados da epidemiologia.
A recomendação dos MPs, emitida no âmbito do Procedimento Administrativo nº 2021001010010560, considera o elevado número de óbitos ainda registrados em Rondônia, a predição do comportamento da pandemia no Estado e a possibilidade de retorno presencial das aulas, que poderá ser prejudicado, a partir de um provável incremento de casos.
Ao respaldarem os pedidos, MPRO e MPF ressaltam que o Decreto nº 26.134, de 17.06.2021, prevê em seu artigo 11 o retorno gradual das atividades educacionais presenciais regulares nas redes pública e privada do Estado e alertam que a liberação de eventos que causem aglomeração podem impactar diretamente nas taxas de contaminação da doença, possivelmente, inviabilizando a retomada do ensino presencial, elevando o já incontável prejuízo causado aos alunos.
Conforme pontuam as instituições, embora não haja fila de espera para internação de pacientes, atualmente, em Rondônia, na data da recomendação, Boletim da SCI informava a existência de  7.524 (3,11%) casos ativos da covid-19, 415 pacientes internados e 955 pessoas aguardando resultados de exames.
A predição do comportamento da pandemia, referente ao período de 14 a 20 de junho de 2021, menciona que o número de óbitos registrados permanece em valores elevados, sendo estes similares aos do pico da primeira onda, mostrando que a situação não está controlada no Estado, que figura, inclusive, com uma das maiores médias de morte a cada 100 mil habitantes em razão da doença.
Assinam a recomendação o Procurador-Geral de Justiça, Ivanildo de Oliveira; o Promotor de Justiça Julian Imthon Farago (Coordenador do Grupo de Atuação Especial Cível) e o Procurador da República, Raphael Luis Pereira Bevilaqua.

O Estado tem o prazo de 10 dias, após o recebimento da Notificação Recomendatória, para se manifestar acerca do acatamento das providências solicitadas.

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