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Mata: Saiba quais peixes podem causar a doença da “urina preta”

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No Brasil, os casos documentados sobre a síndrome de Haff, que matou veterinária em Recife, estão mais associados a 6 tipos de pescado

Na terça-feira (2/3), a veterinária Pryscila Andrade, 31 anos, faleceu em decorrência da síndrome de Haff, também conhecida como doença da “urina preta”. Ela estava internada em uma unidade de terapia intensiva em Recife, Pernambuco, desde 18 de fevereiro, por ter se sentido mal após comer peixe.

Os estudos científicos publicados até o momento sobre a doença no Brasil relatam que os casos aconteceram após a ingestão de tambaqui, olho de boi, badejo, pacu-manteiga, pirapitinga e arabaiana — este último foi o peixe ingerido pela veterinária.

Ainda não está claro exatamente por que os peixes são tóxicos: as duas principais teorias dizem respeito ao consumo de alguns tipos de algas por eles ou à má conservação do alimento antes da ingestão humana. O peixe contaminado, mesmo cozido, pode desencadear a síndrome, e não apresenta gosto diferente do habitual.

Os sintomas aparecem nas primeiras 24h após o consumo e, por isso, se acredita que a doença seja causada por toxinas. O principal sinal é o escurecimento da urina, que pode chegar a ficar da cor de café. Outros sintomas da condição são dor e rigidez muscular, dormência, perda de força e falta de ar.

A doença deve ser tratada rapidamente, pois pode levar à insuficiência renal, falência múltipla de órgãos e até ao óbito.

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Prefeitura cumpre todas as etapas na aquisição da vacina contra a Covid-19

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Município adquiriu diretamente 400 mil doses do imunizante e se mobiliza para vacinar a população

O processo para a aquisição da vacina contra a Covid-19 chegou à última etapa. Após cumprir todos os trâmites de tudo o que lhe competia, a Prefeitura de Porto Velho agora aguarda a confirmação da data de entrega das doses.

“O que a Prefeitura tinha a fazer, ela fez. Foram muitas etapas burocráticas e vencemos todas. Acredito que Porto Velho é o ente, entre prefeituras e Estados, que está mais perto de adquirir e aplicar as vacinas por conta própria”, afirma o prefeito Hildon Chaves.

PROCESSO

O primeiro passo para a aquisição das vacinas contra a Covid-19 foi a manifestação de interesse e a comprovação de recursos financeiros pela Prefeitura para honrar o pagamento.

Com recursos próprios, além de valores oriundos de emendas parlamentares, a Prefeitura efetuou o depósito de R$ 20 milhões em uma conta bancária. A notícia foi comunicada pessoalmente pelo Prefeito Hildon Chaves em uma coletiva à imprensa.

“Isso só ocorreu pelo fato de Porto Velho ser uma das oito capitais do país com as contas em dia. Por isso, tivemos as condições de fazer o aporte nesse valor”, explica o prefeito.

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Cumprida essa etapa, o fornecedor emitiu o aceite e enviou a minuta de contrato. Posteriormente, houve a análise do documento e ajustes dos termos contratuais para a efetiva assinatura.

Com o contrato assinado, ocorreu a contratação de uma empresa de ‘trading’ e despachante aduaneiro, ou seja, uma empresa intermediária que se encarrega de apresentar à alfândega a documentação relativa ao despacho aduaneiro de importação ou exportação.

Por fim, houve a emissão da carta de crédito. Na prática, trata-se do documento emitido pelo banco indicando que o valor depositado está condicionado à entrega das vacinas, com a certificação internacional e todas as garantias e segurança.

GARANTIAS

Agora, a Prefeitura aguarda a definição da data de entrega da vacina pelo fornecedor. Todo o processo foi elaborado para garantir a máxima segurança e certeza de recebimento das doses. Quando a carga estiver embarcada, em frete aéreo, o Município terá até dez dias úteis para autorizar o banco a efetuar o pagamento.

“É importante destacar que não tratamos com o laboratório fabricante da vacina AstraZeneca, mas com o representante comercial do imunizante”, explica Marcelo Thomé, presidente da Agência de Desenvolvimento de Porto Velho.

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O prazo contratado para a entrega das doses é de 30 a 45 dias após a assinatura do contrato. Este tempo se encontra em vigor e a data limite é em torno do dia 15 de maio de 2021.

META

Desde o anúncio da aquisição das doses, o prefeito de Porto Velho vem destacando a necessidade de montar uma força tarefa para imunizar o maior número de moradores no menor tempo possível.

“A nossa meta é imunizar 200 mil pessoas em dez dias. Para alcançar essa marca precisaremos de médicos voluntários, enfermeiros e que todos da área da saúde que se prontifiquem. Cada hora, cada dia perdido é uma vida que se vai em Porto Velho”, afirma o prefeito.
No ato da aplicação da vacina será exigido um documento que comprove que a pessoa atendida reside em Porto Velho.

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