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Poluição causa arritmia cardíaca em 80% dos jovens de áreas urbanas

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Poluição é um dos grandes problemas das cidades grandes
Agência Brasil/Arquivo 07.04.2022

Poluição é um dos grandes problemas das cidades grandes

O ar poluído das cidades pode estar prejudicando a saúde dos adolescentes . Segundo um estudo publicado no Journal of the American Heart Association, a fumaça que sai das indústrias e dos carros aumentam o risco de arritmia cardíaca nessa faixa etária.

De acordo com o trabalho, cerca de 80% dos jovens com 17 anos que moram em áreas urbanas sofrem do problema. Os batimentos descompassados elevam o risco de desenvolvimento de doenças cardíacas e até morte súbita .

Pesquisadores da Penn State University afirmam que as partículas dos gases de escape, como o PM2.5, como uma das principais causas da condição nos jovens. Elas são liberadas através do funcionamento de carros e industrias, por exemplo, que entram nos pulmões e no sangue.

O PM 2,5 é encontrado em forma de partículas sólidas ou líquidas que são liberadas durante a queima de substâncias e ficam suspensas no ar. Quando entra em contato com organismo humano através do nariz, olhos, garganta e nariz, pode piorar a asma e doenças cardíacas, como a arritmia.

Os cientistas do estudo foram os primeiros a descobrir que a poluição pode causar problemas cardíacos em adolescentes. Para isso, eles partiram de um artigo pulicado em 2017, que analisou a saúde cardiovascular de 700 crianças da Pensilvânia, com idades entre 6 e 12 anos.

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Após sete anos, quando a maioria tinha 17 anos, eles foram convidados para uma consulta de acompanhamento. Seguindo o estudo original eles foram expostos a 17 de PM2.5. A quantidade representa a metade do que estabelecido pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA.

Os cientistas procuraram por duas formas de contrações atriais prematuras (quando há uma contração precoce dos átrios ou quando os ventrículos se contraem precocemente). Os resultados mostraram que 79% dos participantes tiveram ao menos um ritmo cardíaco irregular durante 24 horas. Desse percentual, 48% tinham os dois tipos de contração precoce, 40% apenas a contração atrial e 12% a ventricular.

Os médicos alertam que a condição pode aumentar as chances de desenvolver doenças cardíacas e derrames. Em casos raros há chances de morte súbita, que acontece após alguns minutos sem tratamento.

Uma das explicações está na vulnerabilidade dos jovens à poluição. Nessa fase da vida, o organismo está em pleno desenvolvimento, o que os torna uma espécie de esponja aos poluentes. Além disso, eles tendem a respirar com uma frequência mais elevada que os adultos.

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Poluição do ar em grandes cidades

O estudo chama atenção para a importância da conscientização ambiental. Apesar da qualidade do ar e Nova York ter melhorado desde os anos 70 e 80, especialistas alertam que os gases liberados por veículos, que contem o PM2.5, ainda são um perigo para a saúde humana.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 1 bilhão de pessoas respira ar insalubre todos os dias. O estudo sugere que a poluição do ar foi a responsável por mais de 7 bilhões de mortes prematuras em 2017.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil tem 4.996 casos e 51 mortes em 24 horas

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Dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (3) indicam que o Brasil registrou, desde o início da pandemia, 686.371 mortes por covid-19. Segundo o boletim epidemiológico, número total de casos confirmados da doença é de 34.684.52.

Em 24 horas, foram registrados 4.996 novos casos. No mesmo período, foram confirmadas 51 mortes de vítimas do vírus. Ainda segundo o boletim, 33.875.877 pessoas se recuperaram da doença e 122.281 casos estão em acompanhamento.

Estados

De acordo com os dados divulgados, São Paulo lidera o número de casos, com 6,09 milhões, seguido por Minas Gerais (3,88 milhões) e Paraná (2,74 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (149,7 mil). Em seguida, aparece Roraima (175 mil) e Amapá (178,2 mil).

Em relação às mortes, de acordo com os dados mais recentes, São Paulo apresenta o maior número (174.854), seguido de Rio de Janeiro (75.695) e Minas Gerais (63.780). O menor número de mortes está no Acre (2.029), Amapá (2.163) e Roraima (2.173).

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas 483,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 179,8 milhões com a primeira dose e 161,3 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em 4,99 milhões de pessoas.

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Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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