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Por que a Avisa proibiu lotes de Ivermectina nas farmácias?

Saúde

Além da Ivermectina, foram proibidos vários outros medicamentos produzidos pelo laboratório  Vitamec, como Algy Flandereil, Cecoflan, Miocardil e outros

 

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Redes de farmácias de Porto Velho receberam, nesta final de semana, documento com as Resoluções 1.387 e 1.388 da Anvisa, que determinaram o bloqueio, para vendas, de vários medicamentos, incluindo a Ivermectina, que tem sido muito usado no tratamento precoce da Covid 19 e, no geral, com resultados muito positivos. Foi uma surpresa tão grande, a nova medida, que o superintendente interino da Anvisa em Rondônia, Edilson Batista da Silva, afirmou à imprensa que não sabia de nada sobre a proibição. Consultou ainda escalões superiores do órgão, que também negaram a medida. Mas ela existe sim. Além da Ivermectina, foram proibidos vários outros medicamentos produzidos pelo laboratório  Vitamec, como Algy Flandereil, Cecoflan, Miocardil e outros. O laboratório disse em nota que foram bloqueados apenas alguns lotes de medicamentos que ainda não haviam sido aprovados pela Anvisa, mas que o problema estava sendo resolvido. Ué, mas a Ivermectina, usada há anos, também não foi aprovada? Qual o mistério por trás desta proibição? Tem boi na linha….

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Saúde

VACINA – Pessoas com comorbidade serão atendidas por demanda espontânea

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A vacinação acontece das 9h às 16hA Prefeitura de Porto Velho informa que, nesta terça-feira (10) e quarta-feira (11), das 9h às 16h, o público com comorbidades, que deve receber a primeira dose da vacina contra a covid-19, será atendido por demanda espontânea na faculdade Uniron, campus Mamoré, na zona Leste de Porto Velho.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), a decisão vem após a baixa procura deste público pelo imunizante.

Serão atendidos o grupo da primeira parte desta etapa:

• Pessoas com Síndrome de Down acima de 18 anos;

• Pessoas com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise) acima de 18 anos;

• Gestantes e puérperas acima de 18 anos;

• Pessoas com Deficiência Permanente, cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) de 55 a 59 anos.

• pessoas com comorbidade de 55 a 59 anos

A pessoa deverá comprovar a doença pré-existente através de exames, receitas, relatório médico, prescrição médica, laudo, cartão do BPC, cartão do hiperdia, entre outros.

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Texto: Semusa
Fotos: Saul Ribeiro

​Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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