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Projeto “Opera Rondônia” vai realizar 348 cirurgias eletivas em Ouro Preto do Oeste

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A previsão é que 348 cirurgias eletivas sejam realizadas a partir do dia 4 de fevereiro no Hospital Municipal Laura Maria Carvalho Braga

O Governo de Rondônia irá realizar no município de Ouro Preto do Oeste o projeto “Opera Rondônia” com um investimento de R$ 427.930,03 (quatrocentos e vinte e sete mil novecentos e trinta reais e três centavos). O objetivo é de que 348 cirurgias eletivas sejam realizadas com as ações do projeto que iniciam no dia 4 de fevereiro, a partir das 14h, no Hospital Municipal Laura Maria Carvalho Braga, localizado na rua Raimundo Teixeira, 236, bairro Bela Floresta.

O secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, ressalta sobre a ação. “O recurso disponibilizado pelo ‘Opera Rondônia’, irá diminuir a alta demanda por procedimentos eletivos, além de reduzir o tempo de espera para a realização dos procedimentos.”

As cirurgias que serão realizadas: Histerectomia; Colecistectomia; Hérnia inguinal bilateral; Hernioplastia epigastrica; Hemorroidectomia; Fistulectomia/Fistulotomia anal; Operação de Burch; Tratamento Cirúrgico de Hidrocele; Tratamento Cirúrgico de Variococele; Vasectomia; Postectomia; Salpingoplastia Videolaparoscopia; Oofprectomia/Ooforplastia; Cistolitotomiae/ou Retirada de corpo estranho da Bexiga; Colpoperineoplastia anterior e posterior; Exerese de tumor de pele e anexos/Cisto Sebaceo/Lipoma; Excisão sutura de Lesão na pele com plastica em z ou rotação de retalho;

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Os procedimentos devem acontecer de forma rápida e organizada conforme a capacidade operacional da unidade de saúde, não deixando de priorizar o atendimento de urgência e emergência, como também os casos de covid-19 e influenza.

Fonte: Governo RO

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Anvisa autoriza dispensa registro de vacinas para varíola dos macacos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, por unanimidade, nesta sexta-feira (19), a dispensa de registro para importação de medicamentos e vacinas destinados à prevenção ou ao tratamento da varíola dos macacos. Na prática, a resolução simplificará a análise documental e facilitará o acesso da população brasileira aos medicamentos ou vacinas para tratamento ou prevenção da doença, diante da situação de emergência de saúde pública de importância internacional declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo decisão, a norma, que terá caráter excepcional e temporário, permitirá que o Ministério da Saúde solicite à agência a dispensa de registro de medicamentos e vacinas que já tenham sido aprovados para prevenção ou tratamento da varíola dos macacos por autoridades internacionais especificadas na respectiva resolução.

“É importante deixar claro que a Anvisa está exercendo seu papel de agência reguladora. A dispensa de registro é um ato regulatório. E esse ato não significa a aprovação tácita do que vier. Diante de mais um desafio, estamos utilizando uma ferramenta que faz parte do exercício pleno de nossa função”, disse o diretor presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres.

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De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil registra até o momento 3.450 casos confirmados de varíola dos macacos. Os estados de São Paulo (2.279), Rio de Janeiro (403), Minas Gerais (159) e o Distrito Federal (141) lideram o ranking de casos no país.

Condições

A agência ressalta que as condições do medicamento ou da vacina, em caso de importação, devem ser as mesmas aprovadas e publicizadas pelas respectivas autoridades reguladoras. “O medicamento ou vacina deve ter todos os locais de fabricação, incluindo linhas e formas farmacêuticas, aprovados por autoridades reguladoras integrantes do Esquema de Cooperação em Inspeção Farmacêutica (PIC/S)”, destacou a agência.

A norma prevê também um rito simplificado semelhante ao modelo já adotado para as importações por meio do Covax Facility, a aliança internacional formada para acelerar o desenvolvimento, a produção e a distribuição de vacinas contra a covid-19. O pedido de dispensa de registro será avaliado, com prioridade, pelas áreas técnicas da Anvisa e a decisão deverá ocorrer em até 7 dias úteis.

Os grupos vulneráveis e prioritários para uso do medicamento ou vacina ficarão a critério do Ministério da Saúde. A pasta também fará o monitoramento dos medicamentos ou vacinas importados e gerenciará as orientações para notificações de eventos adversos e queixas técnicas e as orientações aos serviços de saúde. Outra atribuição do Ministério da Saúde será assegurar que os medicamentos ou vacinas atendam às condições aprovadas pela autoridade sanitária internacional, garantindo que as vacinas somente sejam utilizadas após a liberação pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).

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A diretora relatora da matéria, Meiruze Freitas, ressaltou que a Anvisa acompanhará as discussões sobre farmacovigilância e os estudos de efetividade junto à OMS e às autoridades reguladoras internacionais.

Referências internacionais

Pela decisão de hoje serão consideradas as aprovações de medicamentos ou vacinas emitidas pelas seguintes autoridades internacionais:

Organização Mundial da Saúde (OMS)
Agência Europeia de Medicamentos (EMA)
Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA/EUA)
Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde do Reino Unido (MHRA /UK)
Agência de Produtos Farmacêuticos e Equipamentos Médicos/Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar do Japão (PMDA/MHLW/JP)
Agência Reguladora do Canadá (Health Canada)

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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