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SEPARAR O JOIO DO TRIGO: COLHEITA AMARGA PF FAZ OPERAÇÃO NA SEAGRI EM RO

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Em combate ao desvio e apropriação de verbas públicas junto à Secretaria Estadual de Agricultura.

 

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (11/08/2021) a Operação Colheita Amarga, em combate ao desvio e apropriação de verbas públicas junto à Secretaria Estadual de Agricultura.

As investigações tiveram início no ano de 2018, a partir de notícia anônima endereçada à Gerência de Inteligência da Casa Militar da Governadoria do Estado, a qual apresentou relatório técnico à Polícia Federal.

Há indícios de envolvimento de servidores da Secretaria de Agricultura nos desvios de verbas que deveriam ser utilizadas para aquisição de produtos em
diversos municípios de Rondônia.

Até o momento, verificou-se que o crime era praticado de duas formas: através de sobrepreço na compra dos produtos, a fim de parte do valor ser desviado para o servidor envolvido, e também através de simulação de venda unilateralmente pelos servidores integrantes da organização criminosa, sem conhecimento dos produtores rurais.

Os crimes sob apuração são peculato e associação ou organização criminosa, cometidos por funcionários públicos do Estado de Rondônia em prejuízo do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Este programa é promovido pelo Governo Federal em parceria com Estados e Municípios para o enfrentamento da fome, da pobreza e o fortalecimento da agricultura familiar, através da aquisição direta de produtos fornecidos por pequenos agricultores, o que explica o nome da operação.

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Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços nas cidades de Porto Velho/RO, Ariquemes/RO, Vale do Anari/RO e Colorado do Oeste/RO.

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METAVERSO: Polícia Federal deflagra operação de combate às fraudes bancárias eletrônicas

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Operação cumpre 11 Mandados de Busca e Apreensão

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (22/11/2022), a Operação METAVERSO, visando o combate a crimes relacionados a prática de fraude bancária eletrônica.

 

A Operação METAVERSO é resultado da força-tarefa TENTÁCULOS de repressão a fraudes bancárias eletrônicas, a qual é coordenada pela Polícia Federal com a cooperação das instituições bancárias aderentes ao Acordo de Cooperação Técnica firmando com a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN).

A deflagração da presente operação policial, em razão do montante desviado e da forma praticada, representa um importante passo na repressão às fraudes bancárias eletrônicas.

Dentro da atuação conjunta, o Núcleo de Repressão a Fraudes Bancárias da Divisão de Repressão a Crimes Cibernéticos iniciou investigação para apurar fraudes cometidas por meio da internet no montante de R$ 18.500.000,00 em transferências bancárias para empresas e pessoas físicas com posterior compras de criptomoedas, inclusive através de corretoras de outros países, a fim de dificultar a rastreabilidade das vantagens financeiras obtidas.

Os valores de R$ 16.700.000,00 (dezesseis milhões e setecentos mil reais) e R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais) foram desviados, respectivamente, das contas de duas empresas através de uma sofisticada fraude realizada pelos investigados a partir da utilização da conta bancária de uma empresa sediada em Porto Velho/RO. A partir do acesso às contas bancárias das vítimas, os valores foram remetidos para inúmeras contas em diversos Estados da Federação.

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Em Rondônia, a investigação, conduzida pelos policiais federais do núcleo de análise da delegacia regional de combate ao crime organizado (UA/DRCOR/SR/PF/RO), iniciou-se em maio de 2020 após o recebimento do relatório produzido pela unidade central a partir das informações apresentadas pelas instituições bancárias vítimas.

Segundo as investigações demonstraram, uma organização criminosa explorou possível vulnerabilidade técnica e/ou sistêmica no site vítima de ataque para desviar o montante total de cerca de R$ 18.500.000,00 (dezoito milhões e oitocentos mil reais), distribuídos imediatamente para dezenas de contas bancárias, em um movimento claro de dificultar a rastreabilidade e ocultar as vantagens financeiras obtidas na fraude.

A Polícia Federal conseguiu identificar 30 (trinta) pessoas físicas e jurídicas envolvidas na fraude, sendo que diversas empresas foram abertas exclusivamente para a realização do desvio e imediatamente encerradas as atividades.

A 4ª Vara Criminal de Porto Velho/RO, atendendo a representação da Polícia Federal, deferiu o pedido de busca e apreensão em 11 (onze) endereços vinculados aos investigados nos Estados de Rondônia, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

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Os investigados responderão, na medida de suas culpabilidades, pela prática dos crimes de furto qualificado mediante fraude (art. 155, § 4º, inciso II, do Código Penal), organização criminosa (art. 2º da Lei nº 12.850/13) e lavagem de dinheiro (art. 1º, §§ 1º e 4º, da Lei nº 9.613/98), cujas penas somadas podem ultrapassar 20 (vinte) anos de reclusão.

Fonte – 20 – Assessoria
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