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Para falar sobre seu casamento candidata ao Senado afirma que RO ensina ideologia de gênero nas Escolas e que o Ensino rondoniense “detona” a língua portuguesa

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Sobre o casamento (casada com Senador “todo poderoso” Marcio Bittar, campeão de emendas do “Orçamento Secreto do Governo Bolsonaro), Márcia Bittar afirmou que sua família passou por uma crise, mas deixou claro que é casada. “Eu sou casada e me comporto como uma mulher casada. Nós somos exemplos do que tem acontecido com muitas famílias, mas eu acredito que ainda haja recuperação. O que envolve tudo isso é amor. O chefe da minha família é o Márcio e eu não tenho problema em falar da minha vida pessoal. Quero ajudar e isso só mostra que há muitos tipos de família e todas precisam ser respeitadas”, explica.

 

Sobre as polêmicas que se envolveu ao falar da questão da educação sexual nas escolas e quando citou a guerra entre União Soviética e Croácia, disse que lida bem com as críticas, mas reclamou do cancelamento. “A crítica é da natureza humana e faz parte da democracia, agora o cancelamento é um jogo sujo porque deturpam o que você fala.  Claro que teve algum efeito o que eu falei, mas quem assistiu tudo sabe que não acusei nenhuma escola, mas continuo de olho em tudo e está muito perto da gente, isso tá aqui em , Rondônia, a ideologia de gênero. Não é normal falar para uma criança de 4 a 12 anos que ela pode ser menina ou menino”, afirmou Marcia Bittar.

Além de falar sobre a ideologia de gerero segundo a Professora Marcia Bittar em RO se ensina uma linguagem binária (segundo ela é um braço da ideologia de gerenero),  ela afirma que Rondônia esta destuindo um simolo nacional que é a lingua portuguesa.

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Pedimos a posição do Governo Estado de Rondônia através da Comunicação reposdeu afirmando que não ser verdade as falas da Professora Marcia Bittar .

NOTA DE ESCLARECIMENTO CLIC AQUI

Veja o que a candidata ao senado Afirmou sobre o Ensino em Rondônia no Programa entrevista da tarde com o conceituado Jornalista Antonio Muniz da TV Rio Branco filiada ao SBT:

 

Com informações Ac 24 horas, Governo de Rondônia e Programa entrevista da tarde Tv Rio Branco filiada ao SBT

 

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Preocupante Fundação Getulio Vargas mostra que Rondônia é o segundo Estado que ficou mais pobre

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O contingente de pessoas com renda domiciliar per capita até R$ 497 mensais atingiu 31,65% da população Rondoniense, segundo o Mapa da Nova Pobreza, um estudo conduzido pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV Social). O Novo Mapa da Pobreza foi lançado nesta última semana de junho tendo como base dados de 2021.

Atualmente Rondônia ocupa a 15ª posição no ranking dos Estados.

Na avaliação por unidade da federação, entre 2019 e 2021, o maior avanço da pobreza se deu em Pernambuco (8,14 ponto percentual), seguido de Rondônia (6.31 ponto percentual) e do Espírito Santo (5,92 ponto percentual). Conforme o estudo, as únicas quedas de pobreza no período foram observadas em Tocantins (0,95 ponto percentual) e Piauí (0,03 ponto percentual).

No país são 62,9 milhões de brasileiros – cerca de 29,6% da população total -sobrevivendo com essa renda. Este número em 2021 corresponde 9,6 milhões a mais que em 2019, quase um Portugal de novos pobres surgidos ao longo da pandemia.

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A pobreza nunca esteve tão alta no Brasil quanto em 2021, desde o começo da série histórica em 2012.

“Demonstramos neste trabalho que 2021 é ponto de máxima pobreza dessas series anuais para uma variedade de coletas amostrais, conceitos de renda, indicadores e linhas de pobreza testados”, diz o estudo, que traça um panorama anual a partir de 2012.

 

Além da medição da pobreza brasileira agregada e suas variantes, o Mapa deu especial atenção a composição geográfica da pobreza para localizar os estoques e os fluxos de pobreza no território brasileiro.

O Estado com menor taxa de pobreza em 2021 foi Santa Catarina (10,16%) e aquele com a maior proporção de pobres foi o Maranhão com 57,90%. “Lançamos mão de novas possibilidades de segmentar o país em 146 estratos espaciais: aquele com maior pobreza em 2021 é o Litoral e Baixada Maranhense com 72,59%, já a menor está no município de Florianópolis com 5,7%. Uma relação de 12,7 para um refletindo a conhecida desigualdade geográfica brasileira”, observa o estudo.

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A mudança da pobreza de 2019 a 2021 por Unidade da Federação em pontos percentuais na pandemia, revela que o maior incremento se deu em Pernambuco (8,14 pontos percentuais), e as únicas quedas de pobreza no período foram observadas em Tocantins (0,95 pontos percentuais) e Piauí (0,03 pontos percentuais).

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