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Só onde onde o lucro é maior: Rondônia tem a décima quinta pior internet do Brasil

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O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), entidade ligada ao CGI (Comitê Gestor da Internet), chamada Mapa de Qualidade da Internet, publicou nesta semana um ranking de Estados com o nível da desigualdade da internet banda larga oferecida.

De acordo com o levantamento, o Acre possui a décima quinta pior rede do Brasil.

Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro possuem a melhor oferta de internet.

“Estados da região Sudeste, Centro Oeste e Sul têm serviços melhores do que aqueles oferecidos aos estados do Norte e Nordeste. O índice do estudo leva em conta métricas diárias do Sistema de Medição de Tráfego Internet (SIMET), como velocidade de download, upload, perda de pacotes e latência das conexões no país”, diz um trecho da reportagem publicada no UOL sobre o assunto.

O ranking também aponta que em comparação com outras regiões, Amazonas, Tocantins, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá e Pará apresentam uma baixa densidade demográfica – o que impacta o lucro dos provedores que oferecem o serviço na região.

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Confira o ranking de Estados: 

1. Distrito Federal

2. São Paulo

3. Rio de Janeiro

4. Santa Catarina

5. Rio Grande do Sul

6. Paraná

7. Espírito Santo

8. Minas Gerais

9. Goiás

10. Paraíba

11. Rio Grande do Norte

12. Pernambuco

13. Ceará

14. Mato Grosso do Sul

15. Rondônia

16. Mato Grosso

17. Sergipe

18. Piauí

19. Bahia

20. Pará

21. Maranhão

22. Tocantins

23. Alagoas

24. Amapá

25. Acre

26. Roraima

27. Amazonas.

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SEJUCEL NOTIFICA PRESIDENTE DA FRX PARA RESSARCIMENTO AO ERÁRIO POR PRÁTICA DE ILÍCITO ADMINISTRATIVO

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A Federação Rondoniense de Xadrez atravessa o sombrio vale da crise ética em sua jornada histórica de defesa da Arte de Caíssa nas terras de Rondon. O ponto culminante desse processo de desidratação moral é a denúncia de ilícito administrativo por lesão ao Erário.

Soube-se que, com o intuito de induzir a erro a Administração Pública e obter vantagem indevida para realizar passeio turístico, a atual presidência da FRX-RO, Gualter Amélio de Oliveira, solicitou indevidamente passagens aéreas para a participação em evento enxadrístico em litoral paradisíaco do Sul do País, sob o fundamento de fomentar o esporte enxadrístico de alto rendimento.

Na verdade, as passagens aéreas solicitadas à SEJUCEL-RO (Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer) foram destinadas a atender interesse privado de familiares do atual gestor do Xadrez de Rondônia e dele próprio, para, espantem-se leitores, realizar turismo familiar, deixando o Xadrez fora do tabuleiro e violando as regras exigidas para a concessão do apoio pelo Estado.

E, para demonstrar o seu desprestígio pela coisa pública e pelo Xadrez de Rondônia, o dirigente de Xadrez envolvido não se intimidou em turbinar suas redes sociais com imagens da viagem e do deleitoso passeio por praias a custo de recursos públicos.

Atento a essa criminosa prática, a comunidade ajuizou Ação Popular junto à 2ª Vara da Fazenda Pública de Porto Velho (autos 7047043-84.2021.8.22.000), para que os valores despendidos com as passagens sejam devolvidos aos cofres públicos, com a sua condenação em danos morais coletivos pelos prejuízos causados ao Estado de Rondônia e ao Xadrez.

Por seu turno, a própria SEJUCEL-RO foi oficiosa ao reconhecer a ilegalidade do ato praticado pelo atual presidente da FRX-RO (Notificação nº 13/2021): “…há evidências relacionadas ao suposto ato fraudulento, utilizando-se de má-fé para obter a vantagem do benefício…”.

Dessa forma, a SEJUCEL-RO desclassificou o lance irregular praticado pelo atual gestor da FRX-RO e já solicitou de forma administrativa a devolução dos valores recebidos indevidamente. Agora, aguardamos o pronunciamento final do Judiciário sobre o caso, inclusive sobre a apuração de eventual infração ao Direito Penal.

É de fácil constatação que o atual representante da Casa E1 do Xadrez de Rondônia eleva em grau máximo a violação ética e revela postura incompatível com o jogo das Rainhas e Reis, haja vista que comete lance irregular no tabuleiro social e ofensa grave ao patrimônio público, com imensa mácula à imagem da nobre Arte de Capablanca.

Nos lances bem jogados contra o uso indevido de recursos públicos, traremos em breve novas anotações sobre a tramitação processual administrativa e penal do caso.

E a lição inafastável da Lei do Xadrez: não fica impune ação que cause má reputação ao jogo de Xadrez ou dano ao Erário.

VEJA:

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Notificação SEJUCEL – GUALTER AMELIO – DEVOLUÇÃO DINHEIRO

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