PORTO VELHO

Polícia

Empresário é morto a tiros em briga de trânsito em Campo Grande; policial é suspeito dos disparos

Polícia

Na madrugada deste sábado (31), após saírem de uma balada na Capital, o empresário Adriano correia, estava com dois amigos em seu veículo, quando arranhou o carro de um suposto Policial Rodoviário Federal, o que acabou dando início a uma briga de trânsito.

O suposto Policial Rodoviário Federal parou o carro de frente ao carro do empresário, dando início a discussão, onde o Adriano teria dito que pagaria o conserto do arranhado causado ao carro do PRF. Segundo informações, em nenhum momento o PRF apresentou documentação confirmando que era Policial, e não haveria aceitado a proposta do empresário, alvejando então alguns tiros em direção ao carro.

Adriano foi atingido por dois tiros e conseguiu dar ré e sair com o carro, sendo perseguido pelo policial, onde o empresário ainda dirigiu ainda por uma quadra, até que perdeu a direção do volante atingindo um poste de iluminação. Onde o atirador ao parar o veículo, desceu e continuou disparando tiros, totalizando sete disparos.

Reprodução

..

 

  • De acordo com Alexander Estigarridia de Leite, amigo do empresário, que estava presente no local, “a discussão começou na esquina da boate localizada no bairro Amambai, por que o Adriano ao sair com o carro dele arranhou o carro do policial, mas ele havia dito que pagaria o conserto”.A discussão terminou três quadras depois, onde ao atingir o poste de iluminação o empresário e os amigos foram novamente alvejados. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Pronto Atendimento (DEPAC) do centro da cidade.
  • capitalnews
COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Mosquitos feitos em laboratório pelas Usinas do Madeira estão sem controle
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Polícia

OPERAÇÃO PERSONAS – FASE 2 – MPRO, Polícia Civil e Sefin deflagram operação em Porto Velho e Guajará-Mirim contra sonegação fiscal

Publicados

em

 

Na data de hoje, 22 de setembro de 2022, o Ministério Público de Rondônia (MPRO), a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO 1) e a Receita Estadual do Estado de Rondônia, em atuação coordenada, deflagraram a Operação Personas – FASE 2, tendo como objetivo o cumprimento de 04 (quatro) mandados judiciais de prisão e 9 (nove) mandados de busca e apreensão, 11 (onze) mandados de sequestro de bens e dezenas de ordens judiciais de bloqueio de ativos (móveis e imóveis), expedidos pelo Juízo da 4ª Vara Criminal atendendo a requerimentos formulados pelo GAESF.

A ação visa combater organização criminosa que vem atuando principalmente nos Municípios de Guajará-Mirim e Porto Velho, desde o ano de 2015, com crimes de sonegação fiscal por meio de empresas do ramo de materiais de construção, principalmente ferragens para construção civil, gerando um dano tributário total de mais de R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais). O nome da operação é uma alusão à forma como a ORCRIM atuava, mediante utilização de empresa em nome de interposta pessoa (“laranja”).

Além das prisões dos 04 principais membros da organização criminosa, foram deferidos mandados de sequestro de bens, visando a reparação do dano tributário causado. Os mandados em cumprimento objetivam o acautelamento de 3 caminhonetes cabine dupla; 2 carros de passeio; caminhões; uma lancha, entre outros bens adquiridos com produto dos crimes tributários praticados. Além desses bens, os mandados judiciais autorizaram as buscas por dinheiro, joias, relógios, obras de arte e outros ativos nas residências dos principais membros da ORCRIM e também mercadorias estocadas irregularmente sem notas fiscais nas sedes de duas empresas, em Porto Velho e Guajará-Mirim, e em 2 (dois) galpões clandestinos utilizados pelo grupo. Foram decretados os bloqueios de contas bancárias, matrículas de imóveis, cadastros de rebanhos, criptoativos e outros bens de todos os denunciados, até o limite de R$ 16.500.000,00.

Leia Também:  HÁ CINCO ANOS DENUNCIANDO E ESTA BANCADA É UMA "MERCADORIA"

A Operação Personas, em sua 1ª Fase, já havia identificado a existência da ORCRIM e angariou provas contundentes da atuação do grupo para a sonegação de mais de R$ 25.000.000,00 de ICMS. O MPRO, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal – GAESF, também ofereceu denúncia criminal, nesta mesma data da deflagração da 2ª Fase, ao tempo em que requereu a prisão preventiva de 4 das 11 pessoas denunciadas (empresários do ramo de materiais de construção, contadores, procuradores, vendedores e um “laranja”). A denúncia requer a condenação dos réus às penas previstas para os crimes de organização criminosa, sonegação fiscal com grave dano à coletividade, falsidade ideológica e apropriação de ICMS, com penas que podem chegar a mais de 30 anos de reclusão, além da condenação solidária dos réus à reparação do dano causado.

O material apreendido na 1ª Fase da Operação Personas indicou a existência de outras 6(seis) empresas utilizadas em possíveis outras fraudes tributárias pelo mesmo grupo de pessoas. Nesta 2ª Fase, realizada mediante ação integrada do MPRO, Polícia Civil e SEFIN, também foram autorizadas as apreensões de documentos e outros elementos de prova para continuidade das investigações com relação a essas outras empresas utilizadas pela ORCRIM e também relativamente aos crimes de lavagem de dinheiro praticados para ocultar o proveito dos crimes tributários.

Leia Também:  ASSESSOR DO SENADOR RAUPP É PRESO POR AGREDIR FILHA DO EX SENADOR ODACIR SOARES

Participaram da Operação em Porto Velho e Guajará-Mirim, o Promotor de Justiça Átilla Augusto Da Silva Sales , sete Delegados da PC, 53 (cinquenta e três) agentes de polícia e 10 (dez) agentes do Fisco, entre auditores e técnicos.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

RONDÔNIA

PORTO VELHO

POLÍTICA RO

MAIS LIDAS DA SEMANA