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Brasileiros passaram a apostar mais em 2024, mostra pesquisa

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Uma da pesquisa realizada pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a AGP Pesquisas no mês de junho revelou que 49% dos apostadores entrevistados aumentaram a frequência de suas apostas em 2024. Essa é a soma dos que disseram que a quantidade de jogos neste ano é “muito mais do que no ano anterior” e dos que disseram que é “um pouco a mais do que no ano anterior”.

Os que disseram que a frequência diminuiu somaram 35%. Desses, 21% disseram que caiu “pouco” e outros 14% disseram que a apostam “muito menos que no ano anterior”. Houve, ainda, quem dissesse que não houve mudanças (16%).

Dentre as diversas modalidades de apostas esportivas disponíveis, os resultados de futebol continuam a ser a favorita dos brasileiros, com 77% das apostas concentradas nesta categoria.

O cassino, especialmente os jogos de slots, também atrai uma grande parcela dos apostadores, com 50% dos entrevistados indicando que apostam regularmente nessas máquinas. Em 3º lugar na lista de preferências estão os cassinos ao vivo (25%), que englobam jogos de cartas, pôquer e blackjack.

FATORES DECISIVOS

Diversos fatores influenciam a decisão dos apostadores na hora de fazer uma aposta. Apostar em atletas ou times favoritos é o principal, tendo sido apontado por 53% dos entrevistados. O levantamento mostrou, ainda, que dentre as categorias especificadas, os influenciadores que incentivam apostas são a que menos faz diferença para o apostador (25%).

PERFIL DO APOSTADOR

O perfil médio do apostador brasileiro das chamadas bets, ou apostas esportivas, é homem, do Sudeste e de classe B ou C. Segundo o estudo, 64% de quem aposta online no Brasil afirma utilizar a renda principal para realizar as apostas on-line e 63% diz que teve parte do orçamento comprometido.

Além disso, 23% declara que, por conta das apostas, deixou de comprar roupas, 19% de fazer compras em supermercados, 14% de produtos de higiene e beleza, e 11% não gastou em cuidados com a saúde e medicações.

Quanto menor a idade dos apostadores, mais eles deixaram de comprar algo que precisavam ou gostariam para jogar nas bets. O levantamento mostra que 28% dos que deixaram de comprar algo têm entre 18 a 24 anos, enquanto somente 5% estão na casa dos 55 a 64 anos.

Do total, 29% dos apostadores têm de 25 a 34 anos; 22% de 35 a 44 anos; 15% de 18 a 24 anos; 13% tem 65 anos ou mais; 12% de 45 a 54 anos; e 10% de 55 a 64 anos.

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STF retoma julgamento sobre responsabilidade de redes por conteúdos

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Ministro Dias Toffoli conclui leitura de seu voto

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (4) o julgamento dos processos que tratam da responsabilidade das empresas que operam as redes sociais sobre o conteúdo ilegal postado pelos usuários das plataformas.

O julgamento começou na semana passada e ainda não há placar de votação formado. Somente o ministro Dias Toffoli, relator de um dos processos, iniciou a leitura de seu voto, que deve ser finalizado na sessão de hoje. Mais dez ministros vão votar sobre a questão.

A Corte discute a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.

De acordo com o artigo 19, “com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura”, as plataformas só podem ser responsabilizadas pelas postagens ilegais feitas por seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo.

Na semana passada, representantes das redes sociais defenderam a manutenção da reponsabilidade somente após o descumprimento de decisão judicial, como ocorre atualmente. As redes socais sustentaram que já realizam a retirada de conteúdos ilegais de forma extrajudicial, que o eventual monitoramento prévio configuraria censura.

Por outro lado, os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli já sinalizaram que devem se manifestar a favor de balizas para obrigar as redes sociais a retirarem conteúdos ilegais de forma mais rápida.

Para Moraes, os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 demonstraram a “falência” do sistema de autorregulação das redes sociais .

Dias Toffoli afirmou que o Marco Civil da Internet deu imunidade para as plataformas digitais.

Entenda

O plenário do STF julga quatro processos que discutem a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet.

Na ação relatada pelo ministro Dias Toffoli, o tribunal julga a validade da regra que exige ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores por atos ilícitos. O caso trata de um recurso do Facebook para derrubar decisão judicial que condenou a plataforma por danos morais pela criação de um perfil falso de um usuário.

No processo relatado pelo ministro Luiz Fux, o STF discute se uma empresa que hospeda um site na internet deve fiscalizar conteúdos ofensivos e retirá-los do ar sem intervenção judicial. O recurso foi protocolado pelo Google.

A ação relatada por Edson Fachin discute a legalidade do bloqueio do aplicativo de mensagens WhatsApp por decisões judiciais e chegou à Corte por meio de um processo movido por partidos políticos.

A quarta ação analisada trata da suspensão do funcionamento de aplicativos diante do descumprimento de decisões judiciais que determinam a quebra do sigilo em investigações criminais.

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