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#Enem2018: veja 5 dicas para estudar usando o Instagram

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Uma das dicas é criar uma rotina, ter disciplina e horários definidos

Conforme o Exame Nacional do Ensino Médio – Enem 2018 vai se aproximando, qualquer forma de assimilar o conteúdo exigido nas provas é bem-vinda. No Instagram, por exemplo, foi criada a hashtag ‘Studygram’, que reúne conteúdo produzido com o objetivo de compartilhar conhecimento entre estudantes. O coordenador de pós-graduação em Mídias Sociais da UniCarioca, AJ Chaves, deu algumas dicas para os candidatos aproveitarem melhor a rede social, a segunda mais popular do Brasil (atrás apenas do Facebook). Veja:

1- Crie uma rotina
Para ter sucesso nos estudos por meio do Instagram é preciso ter disciplina, sendo importante criar uma rotina de estudos com horários definidos.

2- Seja organizado
Organização é a palavra-chave para não se perder em meio à infinidade de perfis. Se vir um conteúdo importante, salve-o ou marque-o. Pode ser que queira encontrá-lo depois e não consiga. Crie pastas no próprio Instagram e no seu smartphone ou computador para manter tudo organizado.

3- Evite distrações
Nas redes sociais, é necessário ter atenção redobrada para não se perder em posts não relacionados aos estudos. É fundamental não se distrair com outras postagens. Se perceber que não consegue manter a concentração, experimente desativar as notificações na hora de estudar.

4- Trace metas
Faz parte do aprendizado compreender que alcançar determinados objetivos requer um pouco de sacrifício. Saiba onde quer chegar e em quanto tempo, e se organize para conseguir cumprir as metas dentro do prazo estabelecido.

5- Cheque as fontes
Certifique-se sempre de que está consumindo conteúdo de fonte confiável, com informações seguras. Confira se o material tem referência e se oriente pelo uso de hashtags que filtrem tópicos e grupos. Com o tempo e a prática, ficará mais fácil identificar e compartilhar as postagens mais relevantes.

 

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STF retoma julgamento sobre responsabilidade de redes por conteúdos

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Ministro Dias Toffoli conclui leitura de seu voto

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (4) o julgamento dos processos que tratam da responsabilidade das empresas que operam as redes sociais sobre o conteúdo ilegal postado pelos usuários das plataformas.

O julgamento começou na semana passada e ainda não há placar de votação formado. Somente o ministro Dias Toffoli, relator de um dos processos, iniciou a leitura de seu voto, que deve ser finalizado na sessão de hoje. Mais dez ministros vão votar sobre a questão.

A Corte discute a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.

De acordo com o artigo 19, “com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura”, as plataformas só podem ser responsabilizadas pelas postagens ilegais feitas por seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo.

Na semana passada, representantes das redes sociais defenderam a manutenção da reponsabilidade somente após o descumprimento de decisão judicial, como ocorre atualmente. As redes socais sustentaram que já realizam a retirada de conteúdos ilegais de forma extrajudicial, que o eventual monitoramento prévio configuraria censura.

Por outro lado, os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli já sinalizaram que devem se manifestar a favor de balizas para obrigar as redes sociais a retirarem conteúdos ilegais de forma mais rápida.

Para Moraes, os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 demonstraram a “falência” do sistema de autorregulação das redes sociais .

Dias Toffoli afirmou que o Marco Civil da Internet deu imunidade para as plataformas digitais.

Entenda

O plenário do STF julga quatro processos que discutem a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet.

Na ação relatada pelo ministro Dias Toffoli, o tribunal julga a validade da regra que exige ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores por atos ilícitos. O caso trata de um recurso do Facebook para derrubar decisão judicial que condenou a plataforma por danos morais pela criação de um perfil falso de um usuário.

No processo relatado pelo ministro Luiz Fux, o STF discute se uma empresa que hospeda um site na internet deve fiscalizar conteúdos ofensivos e retirá-los do ar sem intervenção judicial. O recurso foi protocolado pelo Google.

A ação relatada por Edson Fachin discute a legalidade do bloqueio do aplicativo de mensagens WhatsApp por decisões judiciais e chegou à Corte por meio de um processo movido por partidos políticos.

A quarta ação analisada trata da suspensão do funcionamento de aplicativos diante do descumprimento de decisões judiciais que determinam a quebra do sigilo em investigações criminais.

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