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Agronegócio

Multinacional compra empresa Bigsal de Ji-Paraná

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A Nutreco tem o prazer de anunciar que concluiu o acordo para adquirir a Bigsal, antigamente controlada pela H.I.G. Capital. A partir de 1º de julho, a Bigsal, cuja fábrica está localizada em Ji-Paraná no estado de Rondônia, passará a fazer parte da divisão de nutrição animal da Nutreco, a Trouw Nutrition. Este investimento é fundamental para expandir e fortalecer os negócios da Trouw Nutrition no norte do Brasil.

O CEO da Nutreco, Rob Koremans, afirma: “A aquisição da Bigsal fortalecerá a posição da Trouw Nutrition no crescente mercado brasileiro, especificamente nos setores de pecuária de corte e leite. A Bigsal agregará um amplo e moderno portfólio de produtos, incluindo várias linhas de produtos destinadas a aumentar a produtividade da pecuária. Além disso, esta aquisição visa fornecer produtos e serviços personalizados para os clientes da Trouw Nutrition, ao mesmo tempo que nos aproxima dos produtores em um dos maiores mercados agropecuários do mundo.”

A aquisição da Bigsal está alinhada com a estratégia de expansão da Trouw Nutrition no Brasil e na América Latina (LatAm) e adicionará mais recursos ao portfólio da Trouw Nutrition.

Saskia Korink, CEO da Trouw Nutrition, explica: “Tanto na estrutura quanto na presença, a Bigsal será a motor de crescimento das soluções de pecuária de corte e leite da Trouw Nutrition em Rondônia, Acre, Amazonas e norte do Mato Grosso, onde existem mais de 40 milhões de cabeças de gado, representando aproximadamente 20% da pecuária brasileira. A eficiência operacional e a inovação de alta tecnologia da Bigsal serão aliadas à excelência das soluções em produtos e serviços prestados pela Trouw Nutrition.”

A Bigsal desenvolveu um modelo de negócios de sucesso com clientes satisfeitos e marcas consolidadas na região onde está localizada.

Augusto Adami, Diretor Geral da Trouw Nutrition LatAm, explica: “A Trouw Nutrition tem grande experiência no gerenciamento de várias marcas no mercado brasileiro. Bigsal fará parte do portfólio de marcas da Trouw Nutrition, assim como faz com a Bellman, uma empresa adquirida em 2012. No entanto, assim como a Bellman, a Bigsal também operará como uma marca independente, mas perfeitamente alinhada à gestão e estratégia da Trouw Nutrition.”

O Diretor de Ruminantes da Trouw Nutrition Brasil, Francisco Olbrich, comenta: “A parceria entre as duas empresas é um avanço em qualidade e inovação, que traz benefícios diretos à pecuária brasileira. A Bigsal desenvolveu um modelo de negócios de sucesso com clientes satisfeitos e marcas fortes. Vamos preservar e investir ainda mais nesta fórmula vencedora, agregando toda a tecnologia e expertise de uma das maiores empresas de nutrição animal do mundo”.

 

Fundada em 2003, a Bigsal conta com aproximadamente 200 colaboradores e é líder no mercado de nutrição animal no norte do Brasil com um portfólio completo que vai desde suplementos minerais até rações completas focadas em bovinos de corte e leite.

Sobre a Nutreco

 

Diariamente, os 12.300 colaboradores da Nutreco em mais de 37 países renovam o compromisso de Alimentar o Futuro com sustentabilidade em todas as iniciativas realizadas. Nossas soluções vão além da nutrição – nós oferecemos conhecimento e avançadas tecnologias para ajudar os clientes a produzir mais proteínas animais de maneira sustentável para alimentar a população global, que está em crescimento.

Com mais de 100 anos de experiência, a Nutreco é líder global em nutrição animal por meio da sua divisão Trouw Nutrition e em nutrição de aquacultura por meio da divisão Skretting. O time NuFrontiers trabalha para identificar, desenvolver e investir em inovações disruptivas para toda a cadeia de valor.

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Agronegócio

Conab conclui a rodada de leilões de contratos de venda de arroz

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) concluiu na sexta-feira (20.12) a última rodada de leilões de contratos de opção de venda de arroz para a safra 2024/25. O encerramento marca o fim de uma iniciativa que buscou regular o mercado interno do cereal, ao mesmo tempo em que encerra a polêmica sobre a possível necessidade de importação para equilibrar a oferta no país. Foram negociados, nesta etapa final, 28,9 mil toneladas de arroz, em um valor total de R$ 51,1 milhões.

Desde julho, o mercado de arroz em casca no Brasil enfrentou um cenário de forte desacordo entre produtores e compradores. De um lado, os produtores optaram por priorizar exportações no porto de Rio Grande (RS), aproveitando a demanda internacional e buscando mitigar os efeitos da desvalorização do dólar. De outro, compradores, como indústrias de beneficiamento, resistiram a pagar preços mais altos, alegando dificuldades em repassar os custos ao varejo e atacado. Esse impasse travou negociações no mercado interno e trouxe incertezas para a definição dos preços do cereal.

Os leilões realizados pela Conab foram vistos como uma tentativa de aliviar essas tensões. Apesar de a expectativa inicial ser a comercialização de até 500 mil toneladas de arroz, foram negociadas ao todo 92,2 mil toneladas em 3,4 mil contratos de opção.

A operação, que contou com um orçamento de quase R$ 1 bilhão, poderá gerar um custo de R$ 163 milhões à Conab, caso todos os contratos sejam exercidos. O presidente da estatal, Edegar Pretto, avaliou o resultado como positivo, destacando que a baixa adesão indica confiança dos produtores na capacidade de absorção da safra pelo mercado doméstico, estimada em 12 milhões de toneladas.

A conclusão dos leilões também encerra uma das discussões mais sensíveis do ano: a possibilidade de importação de arroz para regular o mercado interno. Em julho, com o impasse entre oferta e demanda, a proposta de trazer arroz de outros países foi cogitada, mas enfrentou forte resistência dos produtores nacionais. Agora, com a comercialização incentivada pelos contratos de opção de venda, o cenário se ajusta, afastando o risco de medidas externas.

Os leilões também tiveram impacto regional significativo. No Rio Grande do Sul, maior estado produtor, cooperativas e agricultores de municípios como São Borja e Itaqui participaram ativamente. Já no Mato Grosso, produtores de cidades como Água Boa e Nova Monte Verde foram destaque na negociação dos contratos. Apesar de os números finais não terem atingido a meta inicial, a iniciativa da Conab trouxe alívio ao setor, consolidando-se como um mecanismo eficaz de regulação do mercado.

Com a finalização desse processo, espera-se maior estabilidade para o próximo ciclo de produção e comercialização. A estratégia da Conab reforçou a confiança do setor produtivo na capacidade de atender à demanda interna e garantiu maior segurança ao mercado, sem recorrer a medidas que poderiam comprometer a competitividade do agronegócio brasileiro.

Fonte: Pensar Agro

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