Agronegócio
Taxas do FNO para operações não rurais seguem reduzidas até 31 de março de 2017
Agronegócio
Os interessados em utilizar os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), efetuado pelo Banco da Amazônia, neste ano para operações não rurais como investimento, capital de giro e comercialização e para financiamento de projetos de ciência e tecnologia contam com juros reduzidos até o dia 31 de março de 2017. Essa vantagem foi resultado de decisão aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião ordinária realizada no mês passado.
“Queremos começar 2017 com os projetos internalizados conosco e prospectar novos clientes. Então, esta resolução do CMN veio para beneficiar quem está buscando investir ou dinamizar seus empreendimentos e ainda garante bônus para quem paga em dia”, afirmou o presidente do Banco, Marivaldo Melo.
Para as operações de investimento com ou sem capital de giro associado, para receita bruta de até R$ 90 milhões, a taxa de juros ao ano do FNO caiu de 11,18% para 9% e, para quem pagar em dia, há bônus de adimplência de 15%, passando a taxa anual para 7,65%. Para receita bruta acima de R$ 90 milhões, os encargos são de 10,59% ao ano e, com o bônus de adimplência, esses diminuem para 9% ao ano.
Quanto às operações de capital de giro e comercialização, as taxas anuais do FNO agora são as seguintes: 13,75% para receita bruta de até R$ 90 milhões e, com bônus, reduz para 11,69%; e de 15,90% para receita bruta acima de R$ 90 milhões, sendo que reduz para 13,52% com o bônus de adimplência.
Os encargos financeiros baixaram, ainda, para os financiamentos de projetos de ciência, tecnologia e inovação. Para empresas com receita bruta até R$ 90 milhões, os encargos são de 8,10%, mas que pagar em dia, essa taxa cai para 6,89% ao ano. Para quem tem receita acima de R$ 90 milhões, a taxa fica em 9,50%, mas com o bônus de adimplência, os encargos caem para 8,08%.
“Por meio de linhas de financiamentos adequadas às necessidades da região, o Banco apoia as oportunidades de negócios, adotando taxas e prazos que possibilitam a implantação e o crescimento das empresas, proporcionando novas oportunidades de emprego e aumento de renda”, ponderou o presidente Marivaldo Melo.
Agronegócio
Conab conclui a rodada de leilões de contratos de venda de arroz
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) concluiu na sexta-feira (20.12) a última rodada de leilões de contratos de opção de venda de arroz para a safra 2024/25. O encerramento marca o fim de uma iniciativa que buscou regular o mercado interno do cereal, ao mesmo tempo em que encerra a polêmica sobre a possível necessidade de importação para equilibrar a oferta no país. Foram negociados, nesta etapa final, 28,9 mil toneladas de arroz, em um valor total de R$ 51,1 milhões.
Desde julho, o mercado de arroz em casca no Brasil enfrentou um cenário de forte desacordo entre produtores e compradores. De um lado, os produtores optaram por priorizar exportações no porto de Rio Grande (RS), aproveitando a demanda internacional e buscando mitigar os efeitos da desvalorização do dólar. De outro, compradores, como indústrias de beneficiamento, resistiram a pagar preços mais altos, alegando dificuldades em repassar os custos ao varejo e atacado. Esse impasse travou negociações no mercado interno e trouxe incertezas para a definição dos preços do cereal.
Os leilões realizados pela Conab foram vistos como uma tentativa de aliviar essas tensões. Apesar de a expectativa inicial ser a comercialização de até 500 mil toneladas de arroz, foram negociadas ao todo 92,2 mil toneladas em 3,4 mil contratos de opção.
A operação, que contou com um orçamento de quase R$ 1 bilhão, poderá gerar um custo de R$ 163 milhões à Conab, caso todos os contratos sejam exercidos. O presidente da estatal, Edegar Pretto, avaliou o resultado como positivo, destacando que a baixa adesão indica confiança dos produtores na capacidade de absorção da safra pelo mercado doméstico, estimada em 12 milhões de toneladas.
A conclusão dos leilões também encerra uma das discussões mais sensíveis do ano: a possibilidade de importação de arroz para regular o mercado interno. Em julho, com o impasse entre oferta e demanda, a proposta de trazer arroz de outros países foi cogitada, mas enfrentou forte resistência dos produtores nacionais. Agora, com a comercialização incentivada pelos contratos de opção de venda, o cenário se ajusta, afastando o risco de medidas externas.
Os leilões também tiveram impacto regional significativo. No Rio Grande do Sul, maior estado produtor, cooperativas e agricultores de municípios como São Borja e Itaqui participaram ativamente. Já no Mato Grosso, produtores de cidades como Água Boa e Nova Monte Verde foram destaque na negociação dos contratos. Apesar de os números finais não terem atingido a meta inicial, a iniciativa da Conab trouxe alívio ao setor, consolidando-se como um mecanismo eficaz de regulação do mercado.
Com a finalização desse processo, espera-se maior estabilidade para o próximo ciclo de produção e comercialização. A estratégia da Conab reforçou a confiança do setor produtivo na capacidade de atender à demanda interna e garantiu maior segurança ao mercado, sem recorrer a medidas que poderiam comprometer a competitividade do agronegócio brasileiro.
Fonte: Pensar Agro
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